O Hino ao Silêncio de Bento XVI | IMAGENS |
«É no silêncio, por exemplo, que se identificam os momentos mais autênticos da comunicação entre aqueles que se amam: o gesto, a expressão do rosto, o corpo enquanto sinais que manifestam a pessoa.» «O Deus da revelação bíblica fala também sem palavras: «Como mostra a cruz de Cristo, Deus fala também por meio do seu silêncio.» «Se Deus fala ao homem mesmo no silêncio, também o homem descobre no silêncio a possibilidade de falar com Deus e de Deus.» Excertos da mensagem para a Jornada Mundial das Comunicações Sociais de 2012.
Diálogo entre religião e cultura nunca foi tão necessário como hoje, diz reitor da Universidade Católica
O reitor da Universidade Católica Portuguesa (UCP) considera que «nunca como hoje foi tão necessário o diálogo entre a fé e a razão, entre a religião e a cultura, entre a Igreja e a sociedade». Na mensagem para o Dia Nacional da UCP, que em 2012 assinala 45 anos, Manuel Braga da Cruz sublinha que a instituição que dirige «é chamada hoje a constituir um fermento de transformação na vida universitária, na ciência, na cultura, na sociedade».
Paulo: de Tarso para o mundo | VÍDEO |
Neste documentário das Paulinas os Atos dos Apóstolos são reescritos na forma de um conto visual, em que a pessoa de Paulo é colocada no seu tempo, graças a informações históricas, literárias, arqueológicas culturais. O excerto que apresentamos refere-se ao quarto capítulo, quando a comunidade de Jerusalém se reúne com Paulo para decidir os procedimentos a tomar em relação aos pagãos que desejam aderir ao Evangelho.
Ilda David’ pinta um vulcão chamado Paulo de Tarso | IMAGENS SLIDE SHOW |
Um dos aspectos que a marcou foi a presença de mulheres na liderança das comunidades paulinas. “Era uma novidade grande, haver mulheres que arriscaram desde o princípio”. Outro, foi a genialidade da figura de Paulo: É impressionante a transformação de alguém que muda o sentido da sua vida e conserva a mesma persistência e obstinação. É uma das personagens mais fascinantes da Bíblia.”
Sao Paulo: missionário e fabricante de tendas
Paulo tinha escolhido um ofício que, virtualmente, lhe garantia trabalho em todas as estradas por onde andasse ou em todos os mares por onde navegasse. A sua escolha tinha, no entanto, uma desvantagem. Estigmatizava-o como pertencendo à classe trabalhadora, que era desprezada pela classe liberal, na qual ele tinha de recrutar um ou dois crentes, em cada cidade, se quisesse ter uma casa suficientemente grande para poder reunir os seus convertidos. O sítio natural para os encontrar era como clientes da oficina que o tinha contratado. Isso dava-lhe a oportunidade para falar de negócios, mas devia haver alguma coisa na personalidade de Paulo que os levava a regressar para falarem de Jesus Cristo.
Carta de São Paulo a Filémon lida por Luís Miguel Cintra | VÍDEO |
«Paulo, prisioneiro por causa de Cristo Jesus, e o irmão Timóteo, a Filémon, nosso querido colaborador, à irmã Ápia, a Arquipo, nosso companheiro de luta, e à igreja que se reúne em tua casa: a vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo!»
As grandes viagens de São Paulo | IMAGENS |
Na primeira viagem, ocorrida nos anos 46-48, o relevo vai para o discurso na sinagoga de Antioquia de Pisídia, em que S. Paulo se volta para os gentios. A segunda viagem, nos anos 49-52, inclui o percurso da primeira, mas prolonga-se até Atenas. O ponto culminante é o discurso no Areópago daquela cidade. Na terceira viagem, entre 53-57, S. Paulo segue, em grandes traços, o percurso anterior mas o caminho do regresso é muito diferente. A viagem de S. Paulo prisioneiro para Roma (59-62), seguindo o caminho do mar, tem a particularidade de passar pelas ilhas de Creta e Malta.
Excertos de São Paulo
«Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, sou como um bronze que soa ou um címbalo que retine. Ainda que eu tenha o dom da profecia e conheça todos os mistérios e toda a ciência, ainda que eu tenha tão grande fé que transporte montanhas, se não tiver amor, nada sou. Ainda que eu distribua todos os meus bens e entregue o meu corpo para ser queimado, se não tiver amor, de nada me aproveita. O amor é paciente, o amor é prestável, não é invejoso, não é arrogante nem orgulhoso, nada faz de inconveniente, não procura o seu próprio interesse, não se irrita nem guarda ressentimento. Não se alegra com a injustiça, mas rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais passará.»
“O Concílio Vaticano II na vida da Igreja – A condição crente, hoje” é o tema das Jornadas de Estudos da Faculdade de Teologia de Lisboa
“O Concílio Vaticano II na vida da Igreja – A condição crente, hoje” é o objeto escolhido pela Faculdade de Teologia (Lisboa) da Universidade Católica Portuguesa para as suas próximas Jornadas de Estudos. «A formulação e o desenvolvimento do tema pretendem unir a memória do Concílio Vaticano II e seu significado atual com as condições que envolvem a existência crente no mundo de hoje, tendo em conta a interpelação expressa pela próxima celebração do “Ano da Fé”».
Órgão Ibérico toca todos os meses em Guimarães Capital Europeia da Cultura
A 4.ª edição do Festival Internacional de Órgão Ibérico, organizado pela Santa Casa da Misericórdia de Guimarães, junta-se ao programa da Capital Europeia da Cultura e quase duplica o número de concertos, que passam dos habituais sete para 12, um por mês. A iniciativa coordenada pelo organista italiano Giampaolo Di Rosa, titular do novo grande órgão da igreja de Santo António dos Portugueses, em Roma, começa esta sexta-feira.
“O Concílio Vaticano II na vida da Igreja – A condição crente, hoje” é o objeto escolhido pela Faculdade de Teologia (Lisboa) da Universidade Católica Portuguesa para as suas próximas Jornadas de Estudos. «A formulação e o desenvolvimento do tema pretendem unir a memória do Concílio Vaticano II e seu significado atual com as condições que envolvem a existência crente no mundo de hoje, tendo em conta a interpelação expressa pela próxima celebração do “Ano da Fé”».