Luís Miguel Cintra lê poemas da antologia “Verbo: Deus como interrogação na poesia portuguesa”

Poemas de Vitorino Nemésio, Ruy Cinatti, Jorge de Sena, Sophia de Mello Breyner Andresen, Fernando Echevarría, José Bento, Ruy Belo, Cristovam Pavia, Pedro Tamen, Adília Lopes. Continuar a ver (com vídeo)…

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Deus como interrogação na poesia: Confirmações e surpresas numa obra para crentes e não crentes

A revelação de poetas de quem não se suspeitava a inquietação de Deus constituiu um dos aliciantes do processo de elaboração da antologia “Verbo – Deus como interrogação na poesia portuguesa”, considera o escritor e crítico literário Pedro Mexia, um dos coorganizadores do volume. «Foi muito gratificante no trabalho que levou à publicação do livro o facto de termos incluído poetas que não eram evidentes, que não tínhamos pensado à partida, poetas que as pessoas podem estranhar estarem incluídos numa antologia com esta temática. Este foi um dos desafios e processos mais estimulantes». O vídeo que publicamos inclui excertos das intervenções de Pedro Mexia e José Tolentino Mendonça na sessão de apresentação da antologia, em Famalicão. Continuar a ler (com vídeo)…

«A poesia é um observatório para o mistério, um promontório sobre o silêncio de Deus»

«A Igreja não pode nunca dissociar-se da experiência poética do seu tempo. Pelo contrário, nos criadores a Igreja encontra sempre aliados, quer sejam cristãos poetas, quer sejam de outras proveniências. (…) A poesia devolve a palavra como linguagem original. Nesse sentido, ela interessa muito à liturgia, à teologia e a vivência das comunidades porque restaura a força revelatória que a palavra tem, torna-a uma transparência, uma epifania. E isso é algo que as comunidades cristãs precisam como de pão para a boca.» Continuar a ler…

Leitura: “Verbo: Deus como interrogação na poesia portuguesa”

«Deus como interrogação, assim se chama a antologia, porque Deus existe, na poesia como na vida, em modo interrogativo, mesmo para quem tem fé. Esta não é uma antologia para crentes ou para não-crentes, é uma antologia de poesia que dá exemplos de um tema, de um motivo, de uma obsessão, exemplos portugueses, numa época que também nos deu Claudel, Eliot, Luzi ou Milosz, poetas com uma questão, com uma pergunta que nunca está respondida.» A antologia de poesia “Verbo: Deus como interrogação na poesia portuguesa”, com seleção de Pedro Mexia e padre José Tolentino Mendonça, vai ser apresentada esta quinta-feira, 17 de julho, em Lisboa. Do volume publicado pela Assírio & Alvim revelamos grande parte do texto introdutório, a que juntamos seis poemas. Continuar a ler…

Deus como interrogação na poesia portuguesa: Encontro reúne poetas e marca lançamento de antologia

O padre José Tolentino Mendonça, diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, e o também escritor e poeta Pedro Mexia coordenam esta sexta-feira e sábado, em Famalicão, o encontro “Carmina I – deus como interrogação na poesia portuguesa”. O programa da iniciativa organizada pela Fundação Cupertino de Miranda, em parceria como a autarquia famalicense, inclui a realização de vários debates e o lançamento da antologia “Verbo. Deus como interrogação na poesia portuguesa”, editada pela Assírio & Alvim. Continuar a ler…

Sophia de Mello Breyner foi poeta da luz à procura da Luz, considera patriarca de Lisboa

«Luz surpreendente, intensa demais para olhos quaisquer, anterior ainda a quem a buscasse, interior, até, para quem não pudesse enxergá-la»: assim é a luz divina que Sophia de Mello Breyner procurou, afirmou esta quarta-feira o patriarca de Lisboa. As palavras de D. Manuel Clemente foram proferidas na missa celebrada na Capela do Rato, na capital, durante as cerimónias de trasladação da poeta para o Panteão Nacional. Continuar a ler…

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