É novo » 20.6.2015

Poesia, teologia e pensamento marcam 1.º Colóquio Internacional Estética e Mística
A Cátedra “Poesia e Transcendência – Sophia de Mello Breyner Andresen”, ligada à Universidade Católica Portuguesa (UCP), no Porto, organiza entre 2 e 4 de julho o 1.º Colóquio Internacional Estética e Mística. No encontro, em que Valter Hugo Mãe evocará a memória de Herberto Helder, participa o poeta e ensaísta argentino Hugo Mujica (Buenos Aires, 1942), que apresentará uma antologia bilingue da sua poesia.

Nova encíclica do papa Francisco é «muito mais científica do que parece»
«Não se resolve o problema das migrações erguendo muros, mas atacando os problemas da escassez de água e alimento nas regiões pobres e desérticas. Tudo isto está na encíclica, é dito com as palavras de um papa mas é cientificamente colocado em foco. E no termo da leitura é-se confirmado na convicção de que não é necessário ser religioso para encontrar a motivação de construir um futuro melhor para os nossos netos» (Roberto Cingolini, diretor científico do Instituto Italiano de Tecnologia).

Fé na universidade: Criadora de cultura e estímulo para a razão
Qual a missão da Universidade na procura pela verdade? E que papel a ciência desempenha nessa procura? Nenhuma ciência é absoluta e, por conseguinte, ela não pode ser o único critério possível da razão. Ciência e fé devem relacionar-se e reconhecer-se, caso ambas busquem realmente o bem e a verdade. Uma ciência verdadeira, ciente dos seus limites, é capaz de dialogar com a fé e esta com aquela, sem prejuízo de uma busca honesta e racional.

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É novo » 19.6.2015

“Louvado sejas”: Encíclica do papa Francisco propõe «novo estilo de vida»
«A proposta dum novo estilo de vida» é um dos propósitos da segunda encíclica do papa Francisco, “Laudato si’ [Louvado sejas] – Sobre o cuidado da casa comum”, que é apresentada hoje no Vaticano. No último número da introdução, o papa identifica os restantes eixos que atravessam o documento, começando pela «relação íntima entre os pobres e a fragilidade do planeta, a convicção de que tudo está estreitamente interligado no mundo» e «a crítica do novo paradigma e das formas de poder que derivam da tecnologia».

Papa apela a «revolução cultural» e alerta para o desaparecimento de culturas
A par do património natural, encontra-se igualmente ameaçado um património histórico, artístico e cultural. Faz parte da identidade comum de um lugar, servindo de base para construir uma cidade habitável. Não se trata de destruir e criar novas cidades hipoteticamente mais ecológicas, onde nem sempre resulta desejável viver. É preciso integrar a história, a cultura e a arquitetura dum lugar, salvaguardando a sua identidade original. Por isso, a ecologia envolve também o cuidado das riquezas culturais da humanidade, no seu sentido mais amplo.

“Laudato si'”: Os grandes temas da “encíclica verde” do papa Francisco
O papa pede uma «conversão ecológica» que reconheça o mundo «como dom recebido do amor do Pai». A espiritualidade cristã «encoraja um «estilo de vida profético e contemplativo, capaz de gerar profunda alegria sem estar obcecado pelo consumo». E «propõe um crescimento na sobriedade e uma capacidade de se alegrar com pouco». A ecologia integral requer uma «atitude do coração, que vive tudo com serena atenção, que sabe manter-se plenamente presente diante duma pessoa sem estar a pensar no que virá depois».

Deus não me livra da travessia mas acompanha-me na noite: Meditação sobre o Evangelho de Domingo
Toda a nossa existência pode ser descrita como uma travessia perigosa, uma passagem para a outra margem, da vida adulta, responsável, boa. Uma travessia é iniciar um matrimónio; uma travessia é o futuro que se abre diante da criança; uma travessia tormentosa é tentar recompor feridas, reencontrar pessoas, vencer medos, acolher pobres e estrangeiros. Há tanto medo ao longo da travessia, ainda que legítimo. Mas as barcas não foram construídas para ficar ancoradas na segurança dos portos.

Obra-prima de Verdi encerra Festival Terras sem Sombra
O “Requiem” do compositor Giuseppe Verdi (1813-1901) é a obra de encerramento da 11.ª edição do festival de música sacra “Terras sem Sombra”, que a diocese de Beja tem vindo a apresentar desde março. «Esta obra protagonizou, de forma emblemática, um dos maiores dramas contemporâneos em 1943-44, quando os prisioneiros judeus do campo de concentração nazi de Theresienztadt a interpretaram no cativeiro (…) dando «corpo e voz ideais a uma espantosa afirmação de dignidade humana e de grandeza espiritual por entre as trevas da barbárie.»

Papa Francisco visitou Pontifício Conselho da Cultura
O papa visitou hoje as instalações do Pontifício Conselho da Cultura, situadas no número 5 da Via della Conciliazione, próximo da Praça de S. Pedro, Vaticano, à mesma hora em que era apresentada aos jornalistas a sua mais recente encíclica. O cardeal italiano Gianfranco Ravasi, presidente do organismo, acolheu o papa e apresentou-lhe todos os colaboradores, incluindo o bispo português Carlos Azevedo, explicando o serviço que desempenham.

Música: “O eco do silêncio”
Neste CD, a irmã Rabiaa entoa  – em dueto com o irmão, padre Jean, em alguns trechos – os fascinantes cantos greco-bizantinos que acompanham a Liturgia das Horas e as celebrações dos ritos em honra de Jesus, da Virgem Maria, dos santos e das principais festas do ano. Em “O eco do silêncio – Cantos cristãos do Líbano”, Rabiaa Moutran, que gravou três álbuns de liturgia bizantina, esparge uma música que se escuta no silêncio, mas na qual  ressoa uma fragorosa mensagem de paz, verdade e justiça.

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É novo » 18.6.2015

Leitura: “Óscar Romero – O amor deve triunfar”
«Uma Igreja que não provoca crises, um Evangelho que não incomoda, uma Palavra de Deus que não sacode ninguém, uma Palavra de Deus que não toca no pecado real da sociedade em que é proclamado: que Evangelho é esse?», perguntou ele. Romero, porém, compreendia que a sua missão pastoral não se limitava apenas a ver as vítimas e a «recolher os corpos». A sua função era muito mais complicada. Ele desafiava-se repetidas vezes a si próprio a converter pessoas que tinham chegado a idolatrar aquilo a que ele chamava «o misticismo da violência».

Refugiados: um mundo à parte e parte do mundo
Uma cidade longa, 300 mil pessoas que passavam de uns para os outros a palavra mágica. «Tomorrow.» Era o destino e a esperança. Amanhã, sempre amanhã. O dia da distribuição, o dia do regresso a casa, o fim da guerra, a sementeira dos campos agora abandonados, uma vida diferente. O que se deixou está perdido e o futuro é amanhã. Permanece o presente, que nunca se sabe de que lado está.

Universidade Católica lança curso de verão sobre “Liberdade de expressão e liberdade religiosa”
«Na sequência da Segunda Guerra Mundial, foi possível pensar a noção de um mundo sem conflitos, mormente os originados por razões de tipo ideológico ou religioso. Nada de mais errado. Os últimos setenta anos revelaram-se a antítese concreta de tal intento». Atualmente, «os conflitos alicerçados sobre questões culturais fundamentais como a religião e a liberdade de pensamento estão presentes por todo o globo», pelo que «é chegado o momento de repensar muitas das categorias tradicionais nos âmbitos do religioso e da liberdade de expressão.» Conheça o programa.

Arte e espiritualidade: O coração de Cristo | IMAGENS |
O divino infante está sentado com um hábito cinzento, gasto, sinal daquele lençol que o envolve na última hora e aqui tingido de cinza da morte. Parece adormecido, e a esta interpretação nos dirige o título: Jesus Menino com o coração em chamas, ferido de amor, “Ego dormio et cor meum vigilat”. Sim, eu durmo mas o meu coração vigia: as palavras da esposa do Cântico dos Cânticos são postas aqui na boca do esposo, Cristo, que, no sono da morte, vigia sobre todas as nossas feridas.

A morte traz dor e pode causar revolta, mas nunca tem a última palavra, sublinha papa
«Há aquela pergunta: “Onde está o papá? Onde está a mamã?”… Esta pergunta que cobre uma angústia no coração do menino ou da menina. Fica só. O vazio do abandono que se abre dentro dele é tanto mais angustiante pelo facto de nem sequer ter a experiência suficiente para “dar um nome” ao que aconteceu. “Quando é que o papá volta? Quando é que a mamã volta?”. O que é que se responde? E a criança sofre.»

Missa dedicada ao papa Francisco, por Ennio Morricone | VÍDEO |
Missa Papae Francisci. Anno duecentesimo a Societate Restituta. Orquestra: Roma Sinfonietta; co
ro: Accademia di Santa Cecilia, Opera di Roma. Igreja do Santíssimo Nome de Jesus, Roma, 11.6.2015. 

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É novo » 17.6.2015

Novas igrejas de todos os tempos: Iconografia pascal na igreja de Herz Jesu – Via-sacra (2/3) | IMAGENS |
A primeira surpresa resulta da utilização de uma expressão artística ainda pouco acolhida pela Igreja, apesar das inúmeras imagens verdadeiramente litúrgicas que esta arte já produziu na sua curta, mas riquíssima história. A segunda admiração surge quando constatamos a ausência, nestas estações, do rosto sofredor de Cristo, encontrando no seu lugar outros rostos, os dos homens e das mulheres pelos quais morreu. É o nosso rosto ali também?

Porque somos tão medrosos?
O cristianismo encontra-se hoje no meio de uma «forte tempestade» e o medo começa a apoderar-se de nós. Não nos atrevemos a passar para a «outra margem». A cultura contemporânea aparece-nos como um país estranho e hostil. O futuro dá-nos medo. A criatividade parece proibida. Alguns acreditam que é mais seguro olhar para trás para melhor ir em frente.

Universidade Católica recebe Jornadas de Estudos Coptas e do Oriente Cristão
A Universidade Católica (UCP) recebe, de 18 a 20 de junho, em Lisboa, as Jornadas de Estudos Coptas e do Oriente Cristão, que se concluem com a celebração da missa em rito moçárabe, na sé patriarcal. Os organizadores estão convictos de que «hoje, mais que nunca, o regresso às “Fontes”» contribui para «valorizar a dimensão estética e contemplativa da herança» que «aproxima das origens», permitindo «revisitar e valorizar» a identidade cristã.

“Escutar a cidade” ouve «linguagens, espiritualidades, sexualidades e convicções» de não-crentes
«Linguagens, espiritualidades, sexualidades e convicções» são os temas escolhidos para a última sessão do ciclo “Escutar a Cidade”, que mais de três dezenas de grupos e instituições católicas têm promovido mensalmente desde janeiro, com o objetivo de contribuir para a reflexão preparatória do Sínodo do patriarcado de Lisboa. Conheça os intervenientes.

Pobreza cristã não é «ideologia», mas coração do Evangelho
Se se elimina a pobreza do Evangelho não se pode compreender a mensagem de Jesus, afirmou o papa na missa a que presidiu hoje, no Vaticano, numa homilia em que sublinhou a injustiça de classificar de «comunistas» os padres ou bispos que falam dos pobres. «A pobreza está precisamente no centro do Evangelho. Se tirássemos a pobreza do Evangelho, não se perceberia nada da mensagem de Jesus», vincou.

Reduções jesuíticas na América do Sul: O «triunfo da Humanidade»
Ao longo da décadas, constitui-se uma rede integrada de Povos, em bases igualitárias, regulados pela virtude da temperança, sem uso de dinheiro, mas com significativo progresso material e espiritual, erguidos a partir da confluência de ideais evangélicos e de traços sócio-culturais indígenas fortemente arraigados. Não se tratou de uma inspiração em utopias do Renascimento, como as de Thomas Morus ou Campanella, mas de um avisado pragmatismo, sem desembocar em contexto relativista quanto ao essencial dos princípios cristãos.

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É novo » 16.6.2015

Precisamos de uma iniciação ao silêncio
Quando penso no contributo que a experiência poética ou religiosa possa dar num futuro próximo à humanidade, penso francamente que mais até do que a palavra será a partilha desse património imenso que é o silêncio. Na palavra fazemos a experiência da diferenciação, experiência certamente fundante, mas também ela parcial e insuficiente.

Leitura: “Voltar a Jesus”
Se nos próximos anos não se promover nas nossas paróquias e comunidades um clima de conversão humilde e alegre a Jesus Cristo, facilmente veremos como a fé se extinguirá aos poucos entre nós e como o nosso cristianismo multissecular se diluirá em formas religiosas cada vez mais decadentes e sectárias, e cada vez mais afastadas do movimento de seguidores inspirado e desejado por Jesus.

Festival Internacional de Polifonia Portuguesa reúne concertos e visitas guiadas a igrejas
A Fundação Cupertino de Miranda organiza de 2 a 12 de de julho o Festival Internacional de Polifonia Portuguesa, que inclui no programa, além de oito concertos, a atuação do ator e encenador Luís Miguel Cintra. Os concertos do festival, que se realiza pelo quinto ano consecutivo, têm entrada gratuita, sendo antecedidos de visitas guiadas às igrejas. Conheça o programa.

Centro de Cultura Católica dedica novo ano a “Revisitar o Concílio, testemunhar a misericórdia”
O 50.º aniversário do encerramento do Concílio Vaticano II (1965-2015) e o Ano da Misericórdia, que a Igreja assinala entre 8 de dezembro e 20 de novembro de 2016, constituem os eixos do programa do Centro de Cultura Católica para 2015/16. O currículo do Curso Básico de Teologia vai integrar uma nova disciplina , “Da misericórdia em Deus à misericórdia em obras: Para uma teologia da compaixão”.

Eurodeputado Paulo Rangel lança livro “Jesus e a política”
“Jesus e a política – Reflexões de um mau samaritano” é o título do ensaio do eurodeputado Paulo Rangel que vai ser lançado esta quarta-feira, no Salão Árabe do Palácio da Bolsa, no Porto. «A separação entre religião e política é um legado direto da mensagem de Jesus Cristo. Jesus não tem um projecto político pessoal, não tem ambição, apesar de ser um líder carismático. Jesus não tem um projecto político programático: não há uma ideologia»: estas são três das questões que o autor desenvolve.

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É novo » 14.6.2015

Cultura não é «ornamento de luxo» nem «problema marginal no desenvolvimento humano»
«Falar do lugar da cultura hoje, numa sociedade como a portuguesa, é compreender que não estamos perante um problema marginal no desenvolvimento humano, nem em face de um tema só de alguns», considera Guilherme d’Oliveira Martins. Em texto publicado na página do Centro Nacional de Cultura, instituição a que preside, e que em 2015 comemora 70 anos, o responsável acentua que «o lugar da cultura não se pode confundir com um ornamento ou um luxo, mas tem de estar implicado no contrato social, no projeto de desenvolvimento e na confiança».

Papa Francisco pede «capacidade de diálogo» e de construir «pontes» aos escuteiros
«Estou certo de que a AGESCI [Escuteiros e Guias de Itália] pode gerar na Igreja um novo fervor evangelizador e uma nova capacidade de diálogo com a sociedade», afirmou às cerca de 90 mil guias e escuteiros presentes na Praça de S. Pedro, no Vaticano. «Fazer pontes, fazer pontes nesta sociedade onde há o hábito de fazer muros. Fazei pontes, por favor. Com o diálogo, fazei pontes», insistiu Francisco, citado pela Sala de Imprensa da Santa Sé.

Schola Cantorum da Catedral de Santarém interpreta cancioneiros de Elvas e Popular Português
Os pequenos cantores da Schola Cantorum da Catedral de Santarém (SCCS), única escola de música sacra do país, atuam no Teatro Sá da Bandeira, daquela cidade, a 19 e 20 de junho, em concerto que reúne peças de épocas distintas. «Fundada em agosto de 2012, a SCCS é uma escola de música sacra para rapazes e raparigas com idades compreendidas entre 6 e 18 anos», explica a página da instituição.

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É novo » 13.6.2015

“Meditações do Oriente”: Irmã Marie Keyrouz e “Ensemble pela Paz” cantam e tocam em Portugal | VÍDEO + ÁUDIO |
A Irmã Marie Keyrouz e o “Ensemble pela Paz” atuam no próximo dia 20 de junho em Lisboa, no anfiteatro ao ar livre da Fundação Calouste Gulbenkian, em concerto integrado na agenda do programa “Próximo Futuro”. Doutorada em Antropologia Religiosa e Musicologia, fundadora e presidente do Instituto Internacional de Canto Sacro (Paris), a Irmã Marie Keyrouz interpreta músicas tradicionais do Oriente – maronitas, bizantinas, melquitas e arménias – e do Ocidente, como cantos gregorianos e do rito ambrosiano.

O infinito de Deus contado pela mais ínfima das sementes: Comentário ao Evangelho de Domingo
Acontece no Reino de Deus como quando um homem semeia. O Reino acontece porque Deus é o semeador incansável, que não se cansa de nós, que a cada dia sai a enxertar no universo as suas energias de maneira seminal, germinal, como um novo jardim do Éden que a nós pertence guardar e cultivar. E nenhum homem ou mulher é privado dos seus germens de vida, ninguém fica demasiado longe da sua mão.

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