18.12.2015

Conselho Pontifício da Cultura: As atividades mais recentes, os planos para o futuro

Conselho Pontifício da Cultura: As atividades mais recentes, os planos para o futuro

Cerca de 30 pessoas participaram na reunião do Grupo de Consultoras, que decorreu a 15 de dezembro, durante o qual foram discutidos os projetos e as trajetórias do Conselho Pontifício da Cultura. Durante a sessão foram estabelecidas orientações para que as perspetivas do grupo se possam tornar numa «contribuição decisiva e incisiva» para a missão do Conselho, a par da participação de mulheres de outros pontos do globo. Saiba mais sobre esta e outras atividades recentes do Conselho Pontifício da Cultura.

 

Capela Imaculada: Os nossos ouvidos foram cegos, a serenidade do espaço que não vemos | IMAGENS + VÍDEO |

Capela Imaculada: Os nossos ouvidos foram cegos, a serenidade do espaço que não vemos

É particularmente feliz ver um edifício ganhar forma, desenvolver as características do seu espaço, dimensões e tamanhos que saem do tradicional, como acontece, por exemplo, com o espaço litúrgico. Este apenas pode ser criado em cooperação, uma aberta e generosa cooperação. Felizmente, tenho colegas e amigos capacitados para cooperar neste tipo de trabalho. Levar a cabo projetos públicos de grande envergadura como este requer um espaço criativo entre profissionais e uma linguagem que se abra à participação e permita desenvolver outras direções.

 

“O meu irmão”, de Afonso Reis Cabral, e “O penitente”, de Teixeira de Pascoaes, em análise na “Brotéria”

«Conseguimos abarcar, à nossa maneira limitada, a compreensão do real, em que o físico, o psicológico, o moral e o transcendente estão compenetrados. E não é fácil, como Afonso Reis Cabral consegue, dizê-lo claramente em poucas palavras», escreve o jesuíta Mário Garcia. É numa «viagem ao mais profundo das afeições humanas que se desenrola o romance», sublinha o professor da Faculdade de Filosofia da Universidade Católica Portuguesa, que elenca as «inúmeras» questões colocadas pela narrativa.

 

Dizem e não fazem

Dizem e não fazem

O Evangelho segundo S. Mateus (23, 1-12) apresenta a repreensão profética de Jesus contra os homens religiosos, advertência a que se seguem, na tradução portuguesa, oito «Ai de vós» (23, 13-36). Jesus ensina-nos como viver no hoje e, portanto, como esperá-lo. Antes de tudo, é preciso compreender o objetivo da invetiva de Jesus. «Os doutores da Lei e os fariseus instalaram-se na cátedra de Moisés.» Ele visa atingir todos quantos em cada instituição religiosa se comportam, tal como hoje, como “literalistas” (escribas) e duros “rigoristas” (fariseus).

 

Agenda para hoje

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