24.11.2015

“Acreditar: em quê e para quê”: Crentes e não-crentes conversam sobre razões da fé e «não-fé»

«Quando dialogamos apenas com aqueles que são parecidos connosco, creio que temos muita dificuldade em perceber quem somos. O diálogo com a diferença ajuda-nos muito a perceber o nosso lugar no seio das nossas opções.» «É muito importante [este encontro] pelo facto de estarmos numa universidade católica, no contexto de universitários que lançam muitas questões, às quais temos de fazer uma proposta, enquanto cristãos.»

 

Concílio Vaticano II terminou há 50 anos: A Igreja é como uma árvore, dá frutos a seu tempo

Concílio Vaticano II terminou há 50 anos: A Igreja é como uma árvore, dá frutos a seu tempo

As árvores mudam de aspeto ao longo das estações do ano, sem perder a sua identidade. Assim também acontece com a Igreja de Cristo: o Concílio suscitou um novo período de primavera e alguns frutos já amadureceram; outros ainda são esperados e vão aparecer, com o passar do tempo, contando com a ajuda de Deus e nosso cultivo perseverante.

 

Constrói-se a cidade de Deus, amando. Destrói-se a cidade de Deus não amando

Constrói-se a cidade de Deus, amando. Destrói-se a cidade de Deus não amando

Não somos os «cadáveres adiados», de Pessoa, somos pessoas que se recusam a viver como espiritualmente mortas, como habitantes do gueto ou do campo de concentração. Dizemos não ao ódio. Dizemos sim ao amor. Amamos até nos desfazermos na caridade de Deus. Não cedemos ao mal, seja ele qual for. Não deixamos que vitimizem inocentes, pelo menos antes de nos vitimizarem a nós. Morremos na cruz, mas não cedemos ao mal.

 

“Gaudium et spes”: Cultura, teologia, economia e política analisam texto conciliar sobre a Igreja no mundo

“Gaudium et Spes: memória e futuro” é o tema da primeira conferência, proferida por João Duque, presidente do Centro Regional de Braga da Universidade Católica e diretor adjunto da Faculdade de Teologia. À tarde decorre o painel “Gaudium et Spes: interpelações hoje”, centrado nas implicações do texto na cultura (Margarida Miranda), economia (José Manuel Quelhas) e política (José Manuel Fernandes).

 

Fé, arte e cultura: O retábulo de Koki Ruiz para o papa Francisco | IMAGENS + VÍDEO |

Fé, arte e cultura: O retábulo de Koki Ruiz para o papa Francisco

Ruiz recorreu ao milho como material principal porque, explicou, os povos guaranis do Paraguai conferiam-lhe grande valor. «Na cultura europeia usavam ouro para dourar um altar. Para os guaranis, o mais precioso que tinham eram os frutos da terra, por isso dourámos este altar com milho, substituindo o ouro na sua cor e brilho». Para criar esta peça única, usou 32 mil espigas de milho, 200 mil cocos bebés, mil abóboras e 350 kg de sementes e grãos.

 

Academia Portuguesa de Cinema distingue filmes de alunos da Universidade Católica | VÍDEO |

Academia Portuguesa de Cinema distingue filmes de alunos da Universidade Católica

Mara Ungureanu, aluna da Escola das Artes, Som e Imagem da Universidade Católica (Porto), venceu a categoria “Animação” dos Prémios Sophia Estudante, atribuídos pela Academia Portuguesa de Cinema, pelo filme “Ghiocel”. O júri do prémio destinado a «incentivar e motivar os futuros cineastas como também estimular os institutos de ensino e o seu corpo docente» atribuiu ao filme “Marasmo”, de Gonçalo Loureiro, da mesma instituição, o segundo lugar na secção “Ficção”.

 

O que a viúva pobre ensina à Igreja: Entre Deus e o mundo, da mediocridade à fidelidade

O que a viúva pobre ensina à Igreja: Entre Deus e o mundo, da mediocridade à fidelidade

«A Igreja, quando é fiel, deixa tudo na espera do seu Senhor. Ao contrário, quando a Igreja não é fiel, ou não é tão fiel ou não tem tanta fé no amor do seu Senhor, procura arranjar-se também com outras coisas, com outras seguranças, mais do mundo do que de Deus», afirmou Francisco. «Pode ser uma Igreja fiel a essa espera, aguardando com confiança o regresso do marido, ou uma Igreja não fiel a essa “viuvez”, procurando segurança noutra realidade; a Igreja morna, a Igreja medíocre, a Igreja mundana.»

 

Para melhor conhecer o Islão: Sunitas, Xiitas, Ismailitas, Sufismo

Para melhor conhecer o Islão: Sunitas, Xiitas, Ismailitas, Sufismo

O sufismo é uma realidade efetivamente autónoma dos principais grupos islâmicos. Apesar de muitas escolas (“tariqas”) sufis poderem ser classificadas como xiitas ou sunitas. Os Sufis constituem um grupo místico do Islão. A direção do “Tasawwuf” é designada de “o Caminho”. Um determinado caminho ou direção em particular constitui a “Tariqah”. É o caminho cujo objetivo é a procura do conhecimento, que significa “Conhecimento da Realidade Última ou Absoluta” que é Deus.

 

Agenda para hoje

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