16.11.2015

Pastoral da Cultura em Portugal: Realidade e desafios

Pastoral da Cultura em Portugal: Realidade e desafios

Penso que o Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura tem desenvolvido um trabalho com projeção nacional, tendo em conta que a sua estrutura central conseguiu potenciar um conjunto de contactos pessoais com individualidades das mais variadas áreas da cultura. Ao fim de 10 anos, esses contactos resultaram, muitas vezes, em aproximações pessoais, culturais e de diálogo da Igreja com personalidades que se assumem como cristãos, culturalmente falando, mas sem especial ligação à Igreja.

 

A fome injusta como desequilíbrio ecológico

A fome injusta como desequilíbrio ecológico

O faminto carece de um bem que é seu, de um bem a que tem direito, e que lhe é negado. Independentemente de disso ter consciência. Se a tem, a fome passa a ser duplamente dolorosa: dor fisiológica, grito de um corpo incapaz de conservar a sua vitalidade; e dor moral e afetiva, tristeza e impotência perante a injusta, a falta de cuidado a que os outros o votam.

 

Cardeal-patriarca apresenta “O pacto das catacumbas – A missão dos pobres na Igreja”

Cardeal-patriarca apresenta

«Que se propunham os bispos? A revolução da simplicidade.» A lista é longa, mas significativa: «Deixar os palácios episcopais e viver em casas iguais às das suas populações. Renunciar aos sinais exteriores de riqueza e à riqueza em si. Não possuir imóveis nem contas bancárias em seu nome. Confiar a gestão financeira e material das dioceses a comissões de leigos competentes e cônscios do seu papel apostólico; recusar-se a ser chamado, oralmente ou por escrito, com nomes e títulos que signifiquem a grandeza e o poder, preferindo ser chamado com o nome evangélico de padre».

 

O ódio

O ódio

«Poucas pessoas conseguem ser felizes sem odiar alguma outra pessoa, nação ou credo» (Bertrand Russell). «Quando odiamos alguém, odiamos na sua imagem alguma coisa que está dentro de nós» (Herman Hesse). O ódio é uma cadeia que esmaga desde sempre a humanidade, sufocando-lhe o sopro vital mais profundo. Apesar de algum excesso na formulação («poucas pessoas» é um exagero), é todavia verdade que para alguns o ódio é quase um alimento indispensável, sem o qual não conseguiriam viver.

 

Agenda para hoje

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