É novo » 17.3.2015

O silêncio na informação
Não sei porquê, tudo isto me soa paradoxalmente a silêncio, sem me sentir minimamente incomodado com o ruído de semitom que vagueia à minha volta. Será degeneração, adaptação, decadência? Continuo a consultar ascetas e contemplativos para perceber como Deus se encontra no movimento e no ruído que é vida. Parece que aqui tombaram todas as teorias sobre o silêncio.

Leitura: “O meu Deus é um Deus ferido”
Não estou em condições de proferir as palavras «meu Deus», se não vir as suas chagas! Mesmo em face da mais refulgente visão religiosa teria, provavelmente – pese a toda a franqueza – a minha dúvida, se não se trataria de uma ilusão, da projeção dos meus desejos, ou até do próprio Anti-cristo – se ela não apresentar «as cicatrizes dos cravos». O meu Deus é um Deus ferido.

Qual é esse mistério, que faz com que um possa valer noventa e nove?
Em que consiste, qual é esse mistério, Que faz com que um possa valer noventa e nove? Todos somos filhos de Deus. No mesmo pé de igualdade. Portanto, como, porquê, uma ovelha vale tanto como noventa e nove ovelhas? Sobretudo «aquela que se perdeu» e que passa a valer tanto como as outras noventa e nove que não se tinham perdido. Porquê, que mistério é este, que segredo,
parece até suspeito, como, porquê, em que é que uma alma pode valer mais que noventa e nove almas, é estranho.

Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais
Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura | Secretariado Nacional dos Bens Culturais | Secretariado Nacional das Comunicações Sociais

Anúncios