É novo » 31.1.2015

Cardeal Ravasi «representa de forma nítida o que pode ser um cristão e um humanista», diz Tolentino Mendonça
A «monumental obra escrita» do presidente do Pontifício Conselho da Cultura «tem uma marca idiomática que a distingue», constituída por um «diálogo operado por citações», da filosofia à literatura, passando pelo cinema e artes visuais, a Bíblia e dezenas de escritores, pensadores, cientistas, compositores, cineastas e mestres de espiritualidade, sublinhou. «Há um reiterado desejo de assumir a escrita e o pensamento» como «vaivém que liga o eu ao tu», «reivindicando a «polifonia» e distanciando-se do «solipsismo».

Deus do deslumbramento, liberta-nos de tudo o que nos mantém cativos: Meditação sobre o Evangelho de Domingo
Ele é o Deus chamado liberdade e que se opõe a tudo o que aprisiona o homem. Os demónios dão-se conta: o que há entre nós e Tu, Jesus de Nazaré? Vieste para nos arruinar? Sim, Jesus veio para arruinar tudo o que arruína o homem, veio para demolir prisões; veio trazer espada e fogo para cortar e queimar tudo o que não é amor. Veio para arruinar o reino dos desejos equivocados que se apoderam e devoram o homem: dinheiro, sucesso, poder, egoísmos.

Pavilhão do Vaticano na Exposição Universal de Milão sublinha que «não só de pão» vive o homem | IMAGENS |
O espaço do Vaticano contém quatro áreas, começando com “Um jardim a proteger” (salvaguarda da criação, com todos os seus recursos) e “Um alimento a partilhar” (o valor universal da solidariedade). “Uma refeição que educa” (formação das gerações jovens para uma cultura da relação humana centrada no essencial, e não no desperdício consumista) e “Um pão que torna Deus presente no mundo” (dimensão religiosa e cristã da Eucaristia, da mesa da palavra e do pão da vida, fonte e cume de toda a existência cristã), constituem os outros temas.

«Dão pena» os cristãos que ficam a «meio caminho» porque perderam «memória» e «esperança», diz papa
Os cristãos que «perderam a memória do primeiro amor» perderam igualmente «a paciência, esse “tolerar” as coisas da vida com o espírito do amor de Jesus», o «levar às costas as dificuldades», sublinhou Francisco, antes de vincar: «Os cristãos mornos, pobrezinhos, estão em grave perigo».

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