É novo » 19.1.2015

Católicos escutaram inquietações de agnóstica, ex-militante cristã obrigada a optar entre Igreja e política
As primeiras palavras da conferência foram de agradecimento pelo convite para a participação num encontro que contribui para «quebrar o silêncio entre cristãos e não cristãos», bem como para derrubar «os estereótipos» que mutuamente se alimentam, tarefa «difícil» porque de ambos os lados se pensa que «não vale a pena» e que já se sabe «o que os outros pensam».

Esta rua onde “me” moro…
Do outro lado da minha rua, fica a Rue Lambert, mais adiante, a Porte de Pantin, a Place de la Nation, um quarteirão mais abaixo é o recreio da escola de Peshawar, nas traseiras é Bagdad e mais longe, só um pouquinho mais longe fica Tikrit e Mossul, e fica a coragem do medo do meu mundo e o medo da coragem do meu ser… fica o meu medo e a minha raiva, fica o grito por gritar ou talvez não, aqui na minha rua onde se grita por Paris mas onde foram poucos os que gritaram pelos meninos e meninas mortos no recreio da escola em Peshawar.

Converte-te em mendigo, aprende a chorar, abre-te à surpresa de Deus: Desafios do papa Francisco aos jovens
Sobre o sofrimento, Francisco afirmou que as palavras ficam muitas vezes aquém da explicação: «Ao mundo de hoje falta-lhe chorar. Choram os marginalizados, choram aqueles que são deixados de lado, choram os menosprezados; mas todos os que levamos uma vida mais ou menos sem necessidades, não sabemos chorar. Certas realidades da vida veem-se com os olhos lavados pelas lágrimas».

Questões de fé para quem crê e não crê: O fascínio pelo segredo dos “apócrifos”
Bastou-me percorrer algumas páginas de uma antologia de escritos cristãos apócrifos para ficar fascinado e conquistado pelas suas narrações e delas pressentir a força criadora da piedade, da devoção e mesmo da exaltação religiosa. Não seria possível estabelecer um panorama de todo este património literário, histórico e tradicional que percorre como um rio os primeiros séculos cristãos?

Papa alerta para o «fascínio de ser moderno», «como todos os outros», em missa com milhões de peregrinos
O ser humano criou «estruturas sociais que perpetuam a pobreza, a ignorância e a corrupção», afirmou o papa perante milhões de pessoas que participaram na missa a que presidiu em Manila, naquele que foi o último grande encontro da sua viagem ao Sri Lanka e às Filipinas.

O Evangelho das imagens | IMAGEM |
«Para vinho novo, odres novos.»

Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais
Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura | Secretariado Nacional dos Bens Culturais | Secretariado Nacional das Comunicações Sociais

Anúncios