É novo » 10.1.2015

Colóquio internacional sobre arte contemporânea debate “experiência religiosa cristã do ver e ouvir”
De que forma os artistas podem hoje acolher o apelo da Igreja para «a promoção das artes na obra evangelizadora, em continuidade com o passado, mas também na multiplicidade do presente, para encontrar novos sinais, novos símbolos, uma nova carne para a transmissão da Palavra, sem obscurecer o laço inseparável entre verdade, bondade e beleza?».

“Uma luz inesperada”: Exercícios espirituais com o cinema
A iniciativa nasce com o objetivo de oferecer a possibilidade de «viver uma experiência espiritual e pessoal muito intensa, caracterizada pela linguagem cinematográfica». O cinema «pode revelar-se uma experiência profunda de conhecimento de si, de oração e de meditação», além de melhorar as capacidades pastorais dos agentes ligados ao cinema nas paróquias e movimentos, assinalam os organizadores.

«Podes fazer mil cursos de espiritualidade, mil cursos de ioga», mas não é isso que te vai dar «liberdade»
«A clausura pode centrar-se em muitas coisas: pensemos no orgulho, na suficiência, pensar que sou melhor do que os outros, também na vaidade. Há o homem e a mulher- espelho, que estão fechados em si mesmos para se olharem continuamente. Estes narcisistas religiosos», apontou o papa Francisco.

«Querida mãe: quando acordares já terei partido»: A despedida e o Batismo de Jesus
Às vezes, mãe, quando chegavam cartas e soava a trombeta na praça, quando as pessoas acorriam de todos os lados, eu fixava-me nesses rostos que esperavam ansiosamente, delirantemente, de qualquer lugar e de qualquer remetente, uma boa notícia; teriam dado a metade das suas vidas para que alguém lhes abrisse, de fora, uma fenda nos seus muros. Vinham-me ganas de me pôr no meio deles e gritar-lhes: «A boa nova já chegou!»

“Califado” deve ser derrotado e integração deve vencer
Com o passar das horas, enquanto o Boko Haram torna a massacrar em África, não se desvanece a sensação de choque e impotência perante o que aconteceu em Paris. O que podemos fazer para enfrentar um fenómeno como o da difusão do radicalismo islamita armado, inclusive no interior das nossas sociedades abertas, como podemos debelar um inimigo tão insidioso?

Depois de Paris
Sempre acreditei/ que ser muçulmano/ é ser bom crente/ que ser judeu é um privilégio/ que o cristianismo é Cristo que se repete/ de geração em geração dizendo/ sede irmãos/ Sempre acreditei/ que quem não tem fé/ não é um ateu/ mas alguém à espera de testemunho

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