É novo » 14.12.2014

«O que me espanta, diz Deus, é a esperança. E disso não me canso»: Luís Miguel Cintra lê Charles Péguy (1) | VÍDEO |
«A pequena esperança caminha entre as suas irmãs mais velhas/ e não lhe é dada a devida atenção./ No caminho da salvação, no caminho da carne,/ no caminho pedregoso da salvação, na estrada interminável,/ nessa estrada entre as suas duas irmãs,/ caminha a pequena esperança./ Entre as duas irmãs grandes./ Aquela que é casada, e aquela que é mãe./ E ninguém repara nela, o povo cristão só repara/ nas duas irmãs grandes./ A primeira e a última./ Que caminham com pressa./ Para o tempo presente./ No instante momentâneo que passa./ O povo cristão só vê as duas grandes irmãs./ Só olha para as duas irmãs grandes./ A da direita e a da esquerda./ E quase não repara na que caminha no meio.»

O pobre é o preferido de Deus, o pobre ensina-nos, o pobre evangeliza-nos: Papa sublinha «opção pelos últimos»
«O mundo atual tem, urgentemente, necessidade de misericórdia divina. Enquanto que hoje a pessoa humana é muitas vezes rejeitada como inútil quando deixa de ser rentável, Deus, ao contrário, reconhece sempre nela a dignidade e a nobreza de um filho bem amado; ela tem um lugar de eleição no seu coração. O pobre é o preferido do Senhor, está no centro do Evangelho.»

João, a humilde testemunha da luz: Comentário ao Evangelho do 3.º Domingo do Advento
Perguntam então a João Batista: «Quem és? Que coisas dizes de ti mesmo? Qual é a tua identidade?». E ele responde: «Sou apenas uma voz, uma voz emprestada a um outro, eco de uma palavra que não é minha». Mesmo este ser voz é fruto da obediência completa deste homem à palavra de Deus anunciada pelo profeta Isaías (cf. Isaías 40, 3; Marcos 1, 3 e paralelos). Apenas voz, que se sente, se escuta, mas não se pode ver, nem contemplar, nem deter. Em João nenhum protagonismo, nenhuma vontade de ocupar o centro, mas só de ser solidário com os outros.

Papa Francisco evocou padroeira da América Latina com a “Misa criolla” | VÍDEO |
«Façamos este pedido porque a América Latina é o continente da esperança; porque dela se esperam novos modelos de desenvolvimento que conjuguem tradição cristã e progresso civil, justiça e equidade com reconciliação, desenvolvimento científico e tecnológico com sabedoria humana, sofrimento fecundo com alegria esperançosa. É possível proteger esta esperança apenas com grandes doses de verdade e de amor, fundamentos de toda a realidade, motores revolucionários de uma autêntica vida nova.»

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