É novo » 7.12.2014

Presépio: das origens ao século XX, passando por S. Francisco de Assis e Machado de Castro
A introdução do culto natalício na Península Ibérica efetuou-se por duas vias diversas, que originaram formas diferentes de celebração. No território de Espanha, por influência das comunidades cristãs orientais, deu-se maior relevo à Epifania celebrada a 6 de janeiro, enfatizando-se a dupla revelação: ao povo de Deus simbolizado pelo anjo, pelos pastores e pelo boi do presépio e aos gentios representados pela estrela, pelos magos e pelo jumento. Em Portugal, por via direta de Roma, a tradição foi sempre muito mais direcionada para as grandes celebrações da natividade a 25 de dezembro.

O desafio de ser “de Deus” no meio “do mundo”: A oração e o acompanhamento espiritual
Sem esse tempo «perdido» diante do Senhor, buscando conhecê-lo como se é conhecido, abrindo-se e entregando-se ao seu mistério incompreensível e “imanipulável”, que não é diferente do seu amor que aquece o coração e consola o espírito; sem outro desejo mais imediato que não seja o de o louvar e extasiar-se diante da beleza e da maravilha da sua criação e da doação suprema da sua redenção que se tornam santificação operada pelo Espírito, não há condições de haver qualquer tipo de espiritualidade, e muito menos a cristã. E isto para ninguém, não apenas para o leigo.

Deus, viajante dos céus e dos corações: Comentário ao Evangelho do 2.º Domingo do Advento
Com Ele, que é o mais forte, vem o Reino de Deus, que não foi subjugado por outros reinos: a economia, o mercado, o dinheiro. O mundo está hoje mais próximo de Deus do que ontem. Como se comprova pelo crescimento da consciência e da liberdade, o florir do feminino, o respeito e o cuidado pelas pessoas com deficiência, o amor ao ambiente…

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