É novo » 5.12.2014

Arte e espiritualidade no Advento
Maria Madalena quer mudar de vida após o seu encontro com Cristo, quer converter-se, voltar (como fará três vezes aquando do seu encontro no jardim com Jesus ressuscitado, cf. João 20). Mas ela conhece também os laços que a prendem, as suas escravidões… Elas são aqui simbolizadas pelas ricas joias, o crânio e o vaso de bronze. Como se ela tivesse de fazer uma tripla renúncia, um triplo compromisso.

Os dois serão uma só carne
Para a Bíblia, o reflexo divino que está em nós não é tanto a alma ou a espiritualidade ou a vontade ou a liberdade, elementos todavia relevantes na continuação dos textos sagrados. Não é também a estatura ereta, como afirmavam alguns autores do passado. A humanidade espelha o seu Criador dando origem à família através do casal do pai e da mãe.

“Obra Completa do Padre António Vieira”: Inspiração do pregador português «continua a mover montanhas»
O ensaísta Viriato Soromenho-Marques considera que a edição da “Obra Completa do Padre António Vieira”, que se concluiu esta quarta-feira, «sem atrasos», é sinal de que «o exemplo inspirador» do pregador jesuíta «continua a mover montanhas». Para José Eduardo Franco, citado pelo jornal “Observador”, o Padre António Vieira continua, passados três séculos, a ensinar «a bem falar, bem escrever e bem comunicar a língua portuguesa», a par de ser «uma figura histórica anticrise», «frontal» e corajosa, por ter enfrentado «os homens do seu tempo».

Papa Francisco elogia santidade oculta na vida de todos os dias
«Pensemos nos mais pequenos… Nos doentes que oferecem os seus sofrimentos pela Igreja, pelos outros; pensemos em muitos idosos sós, que rezam e oferecem; pensemos em tantas mãe e pais de família que levam por diante, com muito cansaço, a sua família, a educação dos filhos, o trabalho quotidiano, os problemas, mas sempre com a esperança em Jesus, que não se exibem mas fazem o que podem.»

“Dois dias, uma noite”: Um filme magnífico, uma obra moral
O filme é um milagre de profundidade e ternura. Nunca ninguém narrou de maneira tão íntima o drama da perda do trabalho e da dignidade. A protagonista, Marion Cotillard, sem vestígios de maquilhagem, deixa os elegantes vestidos de estrela do Óscar, que ganhou ao interpretar Edith Piaf em “La vie en rose”; a sua expressão, ora doce ora perdida no vazio do desespero, dá à personagem o estigma da verdade.

O Evangelho das imagens | IMAGENS |
«Seja feito segundo a vossa fé.»

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