«Não acredito em premonições, não temo superstições,/ veneno e calúnia não vigoram sobre mim»

Talhei as idades à minha medida./ Rumamos para o sul, um rastro de poeira pela estepe./ As altas ervas agitavam-se entre vapores/ e o grilo dançarino,/ ao perceber com suas antenas as ferraduras faiscantes,/ profetizou-me, como monge possuído, a aniquilação./ Atei então, rápido, meu destino à sela,/ ergui-me sobre os estribos como um menino/ e agora cavalgo os tempos vindouros a meu ritmo. Continuar a ler…

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