Papa Francisco diz que matar não é só assassinar, mas também insultar

Matar uma pessoa não se reduz ao assassinato físico, mas também passa pelo insulto, afirmou hoje o papa Francisco na missa a que presidiu, no Vaticano, onde defendeu que o realismo, a coerência e filiação constituem os critérios para superar os conflitos. «Hoje, pensamos que não matar o irmão é não o assassinar; mas não: não o matar é não o insultar. O insulto nasce da mesma raiz do crime: é a mesma, o ódio», vincou Francisco, que qualificou de «muito comum» as ofensas que atacam o adversário. Continuar a ler…

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