Ciclo de cinema propõe debate sobre afetos e a sua ambivalência na cultura atual

Se é verdade que «educar para o humano» é «hoje uma emergência antropológica», a «ditadura do capital financeiro e do sucesso nevrótico exerce no âmbito familiar uma pressão sufocante, relegando para segundo plano as fontes de humanização» da existência. «Através do olhar do cinema, queremos dar um contributo à reflexão em torno dos lugares nucleares de geração da identidade e da criatividade humana. É também nosso desejo que este ciclo de cinema ajude a refletir a importância de restituir a estas figuras do humano o seu autêntico protagonismo.» Continuar a ler (com vídeos)…

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