O Pentecostes da música: Para além dos catálogos

Quando hoje os programadores falam de «música sacra», todas as ambiguidades da história moderna do conceito regressam. Estamos a falar de um reportório catalogado como tal pelo seu uso, de uma música canonizada como tal pelas instituições religiosas, ou ainda, numa outra aceção moderna (já desde Herder), perante música que apela à experiência indistinta de abertura do homo religiosus a uma transcendência, que não precisa sequer de ser nomeada? Talvez se possa suspender temporariamente essa categoria. Isso não significa que tudo vale, mas antes que não está tudo dado. Continuar a ler…

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