S. João XXIII e o encontro com Deus

O sentimento da minha pobreza e do meu nada sempre me fizeram boa companhia, mantendo-me humilde e calmo, e concedendo-me a alegria de me empenhar com o meu melhor no exercício continuado de obediência e de caridade pelas almas e pelos interesses do Reino de Jesus, meu Senhor e meu tudo. A Ele toda a glória; para mim e por meu mérito a sua misericórdia. O meu mérito é a misericórdia do Senhor. Senhor, Tu conheces todas as coisas, Tu sabes que te amo. Isto me basta. Peço perdão àqueles que inconscientemente houver ofendido e a todos a quem não tiver edificado. Sinto que não tenho nada a perdoar a quem quer que seja, porque quantos me conheceram e contactaram comigo – mesmo que me tiverem ofendido ou desprezado ou desestimado, aliás justamente, ou me tivessem dado motivo de afeição – reconheço-os unicamente como irmãos ou benfeitores, a quem estou grato e para quem oro e orarei sempre. Nascido pobre, mas de honrada e humilde gente, estou particularmente contente por morrer pobre. Continuar a ler…

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