Francisco Sarsfield Cabral, Prémio Árvore da Vida: «A economia é cada vez menos matemática e mais psicológica»

Exerço a profissão de jornalista, oficialmente, desde 1970, embora com interrupções: estive no Gabinete do Ministério dos Negócios Estrangeiros, também no Gabinete do Primeiro-ministro durante quatro anos, e depois dirigi o gabinete da Representação da Comissão Europeia em Portugal durante cinco anos; não podia ficar mais tempo, a não ser que fosse para Bruxelas, o que eu não queria. Comecei a fazer jornalismo, não formalmente, no final dos anos 50, na revista Flama, dirigida por um frade franciscano, e onde também colaboravam Pedro Tamen, como diretor adjunto, e Nuno Bragança, geração que conheci quando vim para Lisboa. Tinha então uma coluna chamada “Quem vê tv”. A minha entrada no jornalismo económico começou em 1963, numa página quinzenal no Diário de Notícias. Durante alguns anos fui organizador dessa secção. Em julho de 1996, fui contactado pelo engenheiro Magalhães Crespo [presidente do Conselho de Gerência da Rádio Renascença], com quem já tinha colaborado. Estou na Renascença há 18 anos. Continuar a ler…

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