É novo » 15.11.2013

“A revolução tem um rosto cor de rosa”: Projeto social e cultural de paróquia açoriana apresenta nova obra plástica contemporânea
Paula Mota é a autora da obra plástica “A revolução tem um rosto cor de rosa”, que vai ser apresentada este sábado, 16 de novembro, na igreja paroquial de S. José, em Ponta Delgada, diocese de Angra. A sessão, com a presença da artista, decorre no Dia Internacional da Tolerância, comemoração da iniciativa da UNESCO que procura alertar para a necessidade contínua de respeito pela diversidade de tradições, hábitos e culturas entre todas as populações. Nascida no Porto, em 1965, Paula Mota licenciou-se em Artes Plásticas (pintura) no ano de 1993, tendo integrado várias exposições coletivas e individuais, a par da lecionação de Artes Visuais, que atualmente realiza na ilha açoriana de S. Miguel.

Editora Princípia lança novos livros sobre papa Francisco e D. Manuel Clemente
“O meu amigo Jorge”, “O Papa Francisco “, e “O Evangelho e a vida”, do patriarca de Lisboa, constituem as novidades natalícias da Editora Principia, que chegaram esta quinta-feira às livrarias. Dirigido às crianças, o primeiro livro é uma biografia que recorda alguns dos lugares da cidade de Buenos Aires, onde o papa nasceu e viveu. Assinado por Stefan von Kempis, “O Papa Francisco – Quem é, o que pensa e o que o espera” descreve «com conhecimento de causa», e acompanhado por fotografias, o caminho percorrido por Jorge Bergoglio até à cátedra do bispo de Roma. “O Evangelho e a vida” apresenta meditações sobre os evangelhos das missas dominicais que D. Manuel Clemente propôs semanalmente no programa “Dia do Senhor”, na Renascença. É deste volume que oferecemos um excerto, relativo ao Evangelho do 1.º Domingo do Advento, 1 de dezembro.

Novas bem-aventuranças para a Família
O amor é uma forma incondicional de hospitalidade. Na família experimentámos humildemente que não somos donos de nada nem de ninguém: somos testemunhas, elos de uma corrente, companheiros. Acolhemo-nos na gratuidade e só aí. Bem-aventurada a família que não tem a reivindicação de posse que, muitas vezes, é a do amor exageradamente narcísico. Os seus laços são os de uma intimidade que se pode experimentar, mas não dominar; que se pode escutar profundamente, mas sem deter. A ansiedade de dominar é um equívoco. A companhia é outra coisa: é aceitar que somos uns para os outros passagem, epifania, revelação que, na prática do amor, se aprofunda e fortalece. Aceitar, aceitar – que exercício tão difícil, mas absolutamente decisivo para a edificação da família. Aceitar a noite e o nada, o silêncio e a demora, aceitar a graça e fraqueza, a diferenciação e o desapego. E de tudo fazer caminho, na esperança, sem nunca desistir de ninguém.

Leitura: “Sim, cremos – O Credo comentado pelos Padres da Igreja” (2)
Quereis saber qual é o valor da vossa fé? Cristo morreu por ela. Sendo assim, porque é que procuras a recompensa terrena, apegado como estás ao ouro e ao dinheiro? É um insulto que fazes à fé, pela qual Cristo morreu. O que é que há no céu? O que os olhos não veem (Is 64, 4). Que é que há na terra? O que os olhos dos fiéis não querem ver. O que é que há no céu? Aquilo que o Lázaro coberto de chagas pôde encontrar. O que é que há na terra? O que o rico avarento possuía (Cf. Lc 16, 22). Que é que há no céu? Aquilo que não pode perecer. O que é que há na terra? O que não pode perdurar. Que é que há no céu? Ausência de sofrimento. Que é que há na terra? O medo constante. Que é que eu tenho no céu? O quê? Aquele que fez o céu. O valor da tua fé é o teu Deus. Tê-lo-ás a Ele. Ele dispõe-se a ser Ele próprio a recompensa para os que lhe prestam culto. Considerai, irmãos caríssimos, todas as criaturas: o céu, a terra, o mar, o que está no céu, na terra e no mar. Como tudo é belo, como tudo é admirável, como tudo está disposto digna e ordenadamente! Impressiona-vos estas coisas? Com certeza que impressionam. Porquê? Porque são belas. Quem é que as fez? Creio que ficaríeis embasbacados, se vísseis a beleza dos anjos. Quem é, pois, o criador dos anjos? É aquele que é a recompensa da vossa fé. Ó avaros, com que é que vos haveis de saciar, se o próprio Deus vos não sacia?

Conciliar «obrigação de solidariedade social» com diminuição de «riqueza pessoal» é um desafio para Portugal
Os bispos de Portugal consideram que a conciliação da «obrigação de solidariedade social com a diminuição efetiva da riqueza pessoal e do próprio País» constitui «um enorme desafio que se coloca a todos os cidadãos». Na mensagem sobre os “Desafios éticos do trabalho humano”, aprovada na assembleia plenária do episcopado que terminou esta quinta-feira em Fátima, os prelados refletem sobre a situação no mundo laboral, «um dos problemas mais graves» da sociedade portuguesa, e de «difícil solução». A criação de postos de trabalho não pode ignorar «outras dimensões da dignidade humana», critério que está a ser esquecido na atual «tendência para promover o emprego através do cerceamento dos direitos dos trabalhadores». «Importante é promover uma cultura de justiça que dignifique empregadores e trabalhadores, que se concretiza pagando atempadamente a quem trabalha, o que contribui também para promover o emprego», frisa a mensagem.

Professores da Universidade de Coimbra relembram contexto histórico do Édito de Milão
O Centro Académico de Democracia Cristã e a Confraria da Rainha Santa, em Coimbra, encerram as celebrações do Ano da Fé com um colóquio, aberto ao público, sobre os 1700 do Édito de Milão, que se assinalam em 2013. A iniciativa “O imperador Constantino e a afirmação da liberdade religiosa” evoca o contexto histórico da deliberação que concedeu aos cristãos do Império Romano, e a crentes de outras religiões, a possibilidade de celebrarem publicamente a sua fé, interrompendo as perseguições e execuções por motivos religiosos. A sessão conta com a colaboração do Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da Universidade de Coimbra. Conheça o programa e os intervenientes.

A coragem
O problema é que pensamos que não temos coragem. Por isso, todos nós devemos fazer com que ela se manifeste. Às vezes, bastam uns gramas a mais de coragem para vencer. Nunca abandones o desafio nem te dês por vencido. Para, repousa, para voltares a partir com mais coragem. Não te deixes deprimir quando tudo parece não andar como deve ser: para e espera. Em silêncio. E a coragem voltará. Estás à procura do lugar certo onde encontrar a coragem? Não está em lugar algum! Está em ti! Está dentro de ti, sem exceção. Ainda ninguém conhece com precisão o enorme potencial do nosso cérebro. Nunca nos esqueçamos de que somos criaturas divinas, feitas «à sua imagem».

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