É novo » 6.11.2013

Leitura: “Humanizar a sociedade”
«A doutrina da Igreja é confirmada pela legislação civil e tudo é orientado para uma ação conjunta de libertação e integração na sociedade portuguesa. São exemplos que podem assegurar como houve preocupação de referir as situações periféricas e sair dos mundos habituais e suscitar maior diálogo para um caminho dum verdadeiro humanismo que afeta todas as categorias de pessoas. Gostei de verificar a referência ao voluntariado e ao papel dos avós. Duas áreas que apresentaria como espaços concretos da responsabilidade que cada um deve assumir». Enquadrar a Doutrina Social da Igreja com o pensamento moderno e como resposta a problemas concretos é um dos objetivos do livro “Humanizar a sociedade – Responsabilidade de todos, contributo dos mais vulneráveis”, de Georgino Rocha, recentemente lançado pela Editorial Cáritas. Apresentamos um excerto do prefácio, assinado por D. Jorge Ortiga, arcebispo de Braga e presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana, organismo responsável pelas instituições de ação de social da Igreja católica, onde a Cáritas Portuguesa se inclui.

25.ª Temporada de Música em São Roque: Concertos gratuitos privilegiam autores portugueses de obras sacras
Começa esta sexta-feira, em Lisboa, a 25.ª Temporada de Música em São Roque, composta por 10 espetáculos que privilegiam a música de autores portugueses ou de expressão portuguesa. Pela primeira vez, o mosteiro de Santos-o-Novo e a igreja do Convento da Encarnação abrem portas aos concertos, estando previstas visitas guiadas a estes espaços. Obras de D. Pedro de Cristo e D. Pedro da Esperança, autores dos séculos XVI e XVII, bem como vilancicos sacros inéditos do mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, integram o concerto de abertura, interpretado pelo Coro Gulbenkian a partir das 21h30, na igreja de São Roque. Conheça alguns dos destaques da programação.

S. Nuno de Santa Maria, o Santo Condestável: evocação por Bento XVI | IMAGENS |
«Os setenta anos da sua vida situam-se na segunda metade do século XIV e primeira do século XV, que viram aquela nação consolidar a sua independência de Castela e estender-se depois pelos Oceanos – não sem um desígnio particular de Deus –abrindo novas rotas que haviam de propiciar a chegada do Evangelho de Cristo até aos confins da terra. São Nuno sente-se instrumento deste desígnio superior e alistado na militia Christi, ou seja, no serviço de testemunho que cada cristão é chamado a dar no mundo. (…) Sinto-me feliz por apontar à Igreja inteira esta figura exemplar nomeadamente pela presença duma vida de fé e oração em contextos aparentemente pouco favoráveis à mesma, sendo a prova de que em qualquer situação, mesmo de caráter militar e bélico, é possível atuar e realizar os valores e princípios da vida cristã, sobretudo se esta é colocada ao serviço do bem comum e da glória de Deus». A Igreja assinala a 6 de novembro a memória do Santo Condestável, que «embora fosse um ótimo militar e um grande chefe, nunca deixou os dotes pessoais sobreporem-se à ação suprema que vem de Deus», como realçou Bento XVI.

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