É novo » 9.10.2013

Primeiro Encontro Nacional de Leigos debate «Cultura do Encontro na Igreja e no mundo contemporâneo»
A Conferência Nacional de Associações de Apostolado dos Leigos (CNAL) promove a 16 de novembro, em Coimbra, o primeiro Encontro Nacional de Leigos, dedicado ao tema «Cultura do Encontro na Igreja e no Mundo Contemporâneo». A conferência de abertura do encontro, intitulada “Encontro como Desafio à Igreja e ao Mundo”, vai ser proferida pelo patriarca de Lisboa e presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, D. Manuel Clemente. Cultura, defesa da vida, promoção do matrimónio e da família, desenvolvimento económico social, participação na política e cooperação com vista à paz constituem os temas dos seis grupos de trabalho. Os organizadores da iniciativa convidam os «cristãos leigos, de diversidade de carismas e serviços, a congregarem-se, numa perspetiva de reflexão, de testemunho e de trabalho comum sobre a cultura do encontro, a que o Papa Francisco tem interpelado». Conheça o programa.

Festival de órgão da Madeira apresenta concertos com entrada livre
«Será, mais uma vez, um programa diversificado, inovador. e que tem o mesmo objetivo dos anos anteriores: a divulgação do nosso património organístico e evidenciar as duas dezenas de instrumentos que temos com grande valor histórico e que têm vindo, progressivamente, a ser reparados e retomado o seu funcionamento», disse a secretária da Cultura, Turismo e Transportes. «A programação desta quarta edição do Festival de Órgão da Madeira, que conta mais uma vez com a presença de artistas de indiscutível relevo no panorama nacional e internacional, inclui um repertório que abrange mais de cinco séculos (apresentando o órgão não só na sua vertente solística, como também associado ao canto, ao trompete, ao saxofone ou à percussão), uma conferência sobre o papel do órgão na liturgia atual e um especial enfoque na improvisação – uma arte que esteve sempre associada à prática organística», assinala o diretor artístico do festival, João Vaz.

“Religion Today”: Laboratório de convivência entre fé e cultura
O “Religion Today” é um festival itinerante dedicado ao cinema das religiões que tem como objetivo promover, através da Sétima Arte, a cultura do diálogo e da paz entre as religiões, no reconhecimento das diferenças. Contribuir para a difusão e distribuição do filme religioso como contributo para o desenvolvimento cultural e espiritual, criar um espaço de encontro e intercâmbio para realizadores e operadores dos média de diferentes culturas e religiões e, não menos importante, favorecer a divulgação de uma informação correta sobre as grandes religiões do mundo, constituem também metas deste projeto.

Mudar: do comodismo à ação
Muitos de nós caímos no comodismo, por acharmos que nada podemos fazer para mudar o mundo. Não depende de nós acabar com as guerras (até porque, se calhar, pelos tempos mais próximos, enquanto houver homens, haverá guerra). Se não somos governantes, não depende de nós fazer as reformas que julgamos convenientes. Se não somos juízes, não nos compete ditar a justiça (e mesmo que o sejamos, somos só de algumas causas). Somos impotentes perante quase tudo e desanimamos, com frequência, por vermos que nada acontece como gostaríamos – as famílias separam-se, os idosos são abandonados, os deficientes vivem à margem, a solidariedade não se pratica por falta de tempo, as leis não se cumprem e quem mais as infringe não é punido por isso… Só nos resta o desespero? Claro que não.

Cinema: “Hannah Arendt” | VÍDEO + IMAGENS |
Para a realizadora, Margarethe Von Trotta, não é tanto o cinema que está no coração do filme, mas uma personalidade que realmente existiu, a quem é preciso dar corpo para que os espetadores tenham o desejo de a conhecer melhor. O filme começa com uma discussão entre duas amigas que falam da sua vida conjugal e sentimental. Desde o primeiro momento é visível a grande liberdade desta mulher, mas também o seu amor pela vida, o seu igual prazer em receber flores das suas amigas e os elogios dos seus muitos pretendentes. No burburinho da vida, as perguntas dos seus alunos e as discussões animadas em torno de uma refeição compartilhada levantam as questões intelectuais. É a alemã Barbara Sukowa que dá à personagem de Arendt toda a sua força. Apaixonada, amorosa, cínica e ferozmente independente, a atriz encarna-a com convicção e talento. A qualidade do filme passa também pela fotografia de Caroline Champetier, cujo trabalho é novamente notável, dando à narrativa a atmosfera dos anos de 1960.

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