É novo » 3.10.2013

Leitura: “Quando a Igreja desceu à Terra”
O concílio deve ser entendido de forma dinâmica: «O sonho e a ousadia de João XXIII lançaram a Igreja num diálogo aberto com a modernidade». E agora não podemos pensar este impulso como se ele se mantivesse imutável há 50 anos. É no tempo de hoje que temos de ouvir o Papa Francisco a fazer-nos compreender que não podemos responder às pretensões dos nossos netos com as audácias dos nossos avós, como gostava de dizer Emmanuel Mounier. Há pouco tempo, o Papa disse algo que é muito mais importante do que pode parecer à primeira vista: precisamos de pensar teologicamente o papel da mulher na Igreja – uma vez que estamos ainda muito desatentos ao episódio de Marta e de Maria, sendo que o testemunho de ambas é fundamental para o presente e para o futuro. Por outro lado, o tema dos ritos e da diversidade é também de grande premência. Trata-se de conhecer o Evangelho e de comunicá-lo aos diferentes povos, tendo em conta a sua cultura.

“A presença do cristianismo na cultura”: curso pela internet apresenta pessoas e factos
O concílio deve ser entendido de forma dinâmica: «O sonho e a ousadia de João XXIII lançaram a Igreja num diálogo aberto com a modernidade». E agora não podemos pensar este impulso como se ele se mantivesse imutável há 50 anos. É no tempo de hoje que temos de ouvir o Papa Francisco a fazer-nos compreender que não podemos responder às pretensões dos nossos netos com as audácias dos nossos avós, como gostava de dizer Emmanuel Mounier. Há pouco tempo, o Papa disse algo que é muito mais importante do que pode parecer à primeira vista: precisamos de pensar teologicamente o papel da mulher na Igreja – uma vez que estamos ainda muito desatentos ao episódio de Marta e de Maria, sendo que o testemunho de ambas é fundamental para o presente e para o futuro. Por outro lado, o tema dos ritos e da diversidade é também de grande premência. Trata-se de conhecer o Evangelho e de comunicá-lo aos diferentes povos, tendo em conta a sua cultura.

Novo número da “Humanística e Teologia” é dedicado ao “Ano da Fé nos 50 anos do Concílio”
A mais recente edição da revista “Humanística e Teologia”, publicada pela Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa (Porto), é dedicada ao tema “O Ano da Fé nos 50 Anos do Concílio”. Os artigos «refletem sobre a problemática da fé e da sua transmissão na cultura atual, na sociedade portuguesa e na Diocese do Porto, dando espaço também à sua expressão artística, nomeadamente na música». O dossiê apresenta também um estudo sobre a relação entre o Concílio Vaticano II (1962-1965) e a modernidade, que resulta da última lição do professor Arnaldo de Pinho na Faculdade de Teologia. O tema principal conta com estudos de Ángel Galindo García, José Eduardo Borges de Pinho, Alfredo Teixeira, António Couto, Manuel Clemente e Fernando Lapa.

Direito à tristeza
Por diversas razões, há momentos da nossa vida em que, apesar de tudo o que foi dito, apesar de sabermos viver um dia de cada vez, apesar de sabermos não sofrer por antecipação, apesar de sabermos sentir gratidão e valorizar o que temos, apesar de confiarmos que o melhor acontece no melhor momento, apesar de nos sentirmos «donos» de uma fé serena e sólida, apesar de… , não conseguimos evitar a tristeza. E é por isso que temos de saber que, quando, por defesa, nos recusamos a identificá-la e a aceitá-la, estamos a cometer um atentado contra nós próprios.

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