É novo » 23.9.2013

Manuel Fúria, Luís Miguel Cintra, Lídia Jorge, D. Manuel Clemente e Antonio Spadaro na Semana Cultural da Universidade Católica
A Universidade Católica Portuguesa organiza de 30 de setembro a 6 de outubro uma “Semana Cultural” que vai decorrer na sede, em Lisboa, e nos seus três centros regionais, em Porto, Braga e Viseu. A iniciativa, que pretende congregar «alunos, professores, investigadores e funcionários», pretende «aprofundar a identidade e a missão» da universidade, «num diálogo criativo com as várias dimensões do presente, e investindo, ao mesmo tempo, em linhas e linguagens de futuro», explica a nota de apresentação assinada pela reitora. Maria da Glória Garcia lembra que a Universidade Católica «é um projeto cultural que expressa, no domínio específico da produção do conhecimento e do ensino, a perspetiva cristã sobre a pessoa humana e a existência no seu todo». Conheça o programa.

Alfredo Teixeira vence Prémio de Composição Fernando Lopes-Graça com “O Menino Jesus numa história aos quadradinhos”
O português Alfredo Teixeira (n. 1965) venceu o 3.º Prémio Internacional de Composição Fernando Lopes-Graça, com a obra “O Menino Jesus numa estória aos quadradinhos”, rimance para coro infantojuvenil e piano a partir do poema “Hino de Amor”, de João de Deus. O antropólogo, investigador, teólogo e docente da Faculdade de Teologia da Universidade Católica reuniu a unanimidade do júri, constituído pelos compositores Sérgio Azevedo e Luís Tinoco, e a maestrina Erica Mandillo. Nesta edição do prémio instituído pela Câmara Municipal de Cascais em 1994 para homenagear o compositor Fernando Lopes-Graça (1906-1994), o tema proposto foi o Natal. «O poema de João de Deus [1830-1896] transcreve o maravilhoso cristão numa cena bucólica do quotidiano do Deus Menino. À frugalidade descritiva da infância de Jesus nos Evangelhos canónicos cristãos, respondeu o imaginário popular com a efabulação miniatural da história sagrada. João de Deus recolhe, neste poema, toda essa plasticidade.»

Teste: conhece bem a Bíblia? (4): literatura sapiencial
Após os profetas, centramos agora a nossa atenção nos livros sapienciais. A quantas perguntas consegue responder acertadamente?

Papa Francisco aos jovens: Não vendais a vossa juventude aos mercadores da morte | IMAGENS |
«Nunca cesseis de voltar ao jogo, como bons desportistas que sabem enfrentar a fadiga do treino para alcançar resultados: a dificuldade não deve assustar-nos, mas impulsionar-nos a avançar mais.» «Sois chamados a tornar-vos pescadores de homens; não hesiteis a gastar a vossa vida a testemunhar com alegria o Evangelho, especialmente aos vossos contemporâneos: o vosso contributo é indispensável para a missão da Igreja, que é a evangelização, os jovens apóstolos dos jovens.» «Tantos anos após ter ouvido a vocação junto do Senhor, não me arrependo; não porque me sinto forte – mas pensais que sou o Tarzan? Não, sinto-me forte porque nos momentos mais escuros, no pecado, na fragilidade, eu olho Jesus e ele nunca me deixou só; confiai nele, que nunca vos desiludireis.»

Papa Francisco aos desempregados: clamar por trabalho é uma «oração necessária»
«Deus quis que no centro do mundo não esteja um ídolo, mas o homem, o homem e a mulher, que com o próprio trabalho fazem avançar o mundo. Mas agora, neste sistema sem ética, ao centro está um ídolo e o mundo tornou-se idólatra deste “deus dinheiro”.» «Para defender este ídolo amontoam-se todos ao centro e caem os últimos, caem os idosos, porque neste mundo não há lugar para eles. (…) E caem os jovens que não encontram o trabalho, a dignidade. (…) Este mundo não tem futuro.» «Esta é a oração que gritais: “Trabalho”, “trabalho”, “trabalho”. É uma oração necessária. Trabalho quer dizer dignidade, trabalho quer dizer levar o pão para casa, trabalho quer dizer amar!» O papa Francisco deslocou-se este domingo à cidade de Cagliari, na ilha italiana da Sardenha, tendo centrado a sua primeira intervenção na «tragédia» do desemprego, causada pelo «deus dinheiro». Visivelmente emocionado pelo testemunho de três desempregados, Francisco falou de improviso, tendo entregado o discurso previamente escrito ao bispo local.

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