É novo » 3.7.2013

O exercício da política segundo João Paulo II, Bento XVI e Francisco
Ao jovem rei Salomão, na hora de assumir o poder, foi concedido formular um seu pedido. Que sucederia se nos fosse concedido a nós, legisladores de hoje, fazer um pedido? O que é que pediríamos? Penso que também hoje, em última análise, nada mais poderíamos desejar que um coração dócil, a capacidade de distinguir o bem do mal e, deste modo, estabelecer um direito verdadeiro, servir a justiça e a paz.

Revista “Bíblica” dedica número de julho-agosto ao perdão e reconciliação
«Creio na remissão dos pecados» é o tema em destaque na mais recente edição da revista “Bíblica”, publicada pela Província Portuguesa da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos. “Perdoar faz sempre bem”, “Correção fraterna” e “Consciência de pecado, Perdão e Reconciliação” constituem alguns dos textos sobre o tema. Em artigo aprofundado sobre a narrativa bíblica da Torre de Babel, sublinha-se que a «mensagem religiosa» do episódio «é clara». A “Bíblica” realça a Jornada Mundial da Juventude, estuda a intervenção de Deus na História, evoca o primeiro aniversário da abertura ao público do Jardim Bíblico, em Fátima, e oferece uma comunicação sobre Maria enquanto «estrela da nova evangelização». A revista, que se publica há 59 anos, compreende uma secção com notícias referentes ao apostolado bíblico e a acontecimentos no campo da Bíblia.

São Tomé: da dúvida à confiança, um caminho de todos os cristãos
A sua pergunta confere também a nós o direito, por assim dizer, de pedir explicações a Jesus. Com frequência nós não o compreendemos. Temos a coragem para dizer: não te compreendo, Senhor, ouve-me, ajuda-me a compreender. Desta forma, com esta franqueza que é o verdadeiro modo de rezar, de falar com Jesus, exprimimos a insuficiência da nossa capacidade de compreender, ao mesmo tempo colocamo-nos na atitude confiante de quem espera luz e força de quem é capaz de as doar. O caso do Apóstolo Tomé é importante para nós pelo menos por três motivos: primeiro, porque nos conforta nas nossas inseguranças; segundo porque nos demonstra que qualquer dúvida pode levar a um êxito luminoso além de qualquer incerteza; e por fim, porque as palavras dirigidas a ele por Jesus nos recordam o verdadeiro sentido da fé madura e nos encorajam a prosseguir, apesar das dificuldades, pelo nosso caminho de adesão a Ele.

Férias: vá para fora por dentro
“Vá para fora por dentro!”, este poderia ser o mote para umas férias de fundo, em que a paragem exterior é acompanhada por uma renovação interior. Fazer silêncio e ir abrandando os motores, deixando a poeira assentar, deixando vir ao de cima tudo o que vai ficando abafado com o imediato do dia a dia. Ordenar a vida, arrumar “a casa”, perceber o que me tem vindo a cansar ao longo do ano, perceber onde me encontro, onde descanso, onde me sinto em paz, e onde me sinto dividido. Dar tempo às limpezas internas, deixando o sol entrar bem por todos os poros. Isto sim, é descansar.

Entre a beleza do anúncio e a crueza da realidade
Eu sempre gostei da figura de S. Tomé. Como compreendo bem este homem, exigindo o sinal visível da sua adesão! Como ele nos deve falar hoje e agora! Sinal de tantos milhares de homens que têm sede do Deus vivo, do Deus da libertação do homem e do povo, e são iludidos na sua expectativa e reta intenção. Falaram-lhes dum Deus libertador do povo e suas opressões, no Egito e na Babilónia. E que veem eles? Um Deus aliado dos poderosos e dos que têm na mão as forças do domínio, que mantém o povo longe dos bens da Terra, do corpo e do espírito que Deus deixou a todos e para todos.

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