É novo » 2.5.2013

Igreja no IndieLisboa: Já é tempo de projetar o bom cinema português nos meios católicos
Símbolo de uma vontade claramente expressa de estreitamento das relações entre a Igreja e o Cinema, através da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais, o prémio veio, desde 2010, reforçar ainda mais os laços mantidos durante décadas por entidades como a Cinedoc (Centro de Documentação Cinematográfica e Audiovisual) e a Signis (Organização Católica Mundial para a Comunicação), concretizando a partir de então uma confiança e um incentivo muito específicos no/ao cinema português. Merecem os criadores portugueses a nossa atenção e incentivo, e merecemos nós, como público exigente, o espanto que o cinema nacional nos pode provocar para lá das grandes salas, dos grandes meios de produção e dos grandes investidores.

“Cartas a um amigo sobre a vida espiritual”: meditações de Enzo Bianchi, prior do Mosteiro de Bose
A realização de ti mesmo, daquela precisa imagem e semelhança com Deus que cada um de nós é, não é algo de automático, mas exige um trabalho. Trata-se de um trabalho interior, invisível mas nem por isso menos fatigante que outros trabalhos; e muitas vezes é, pelo contrário, muito mais fatigante e temível porque nos faz correr o risco de colocar diante de nós a realidade que nem queremos ver nem compreender. Sim, a vida interior exige coragem. É como iniciar uma viagem, não tanto em extensão quanto em profundidade, não fora de ti mas dentro de ti. E a dificuldade que podes encontrar nos inícios, perante a paisagem interior desconhecida, pode-te desencorajar e revelar-te que talvez precisamente esta seja a viagem mais longa e árdua, ainda que nunca te obrigue a percorrer um quilómetro.

Papa Francisco: lua de mel ou lua de fel?
Os mais críticos dos papas são – a história da Igreja o confirma – os que, antes, eram mais papistas do que o Papa. O amor ao Papa é das realidades mais ambíguas na Igreja, como pode ser equívoca a presumida obediência dos que juram fidelidade a tudo o que os papas disserem, se e quando lhes convier. O que verdadeiramente me interessa nos Papas que já conheci, desde Pio XII, e agora no Papa Francisco que dia-a-dia mais aprecio e estimo, é que sejam fiéis a Jesus Cristo e praticantes dos valores evangélicos, com uma atenção preferencial, como revela agora o novo Papa, ao sofrimento dos doentes, à fome dos pobres e ao desamparo dos marginalizados ou excluídos. O que torna notável o Papa Francisco é que nos fale, nas palavras e nos gestos, como Jesus e nos ajude a viver como Jesus, ensinando-nos a simplicidade e a bondade do Evangelho. E está a ser mesmo um bom mestre da bondade e da ternura.

Universidade Católica organiza primeiro seminário sobre redenção e escatologia no pensamento português
A iniciativa enquadra-se no desenvolvimento dos temas na cultura portuguesa «ao nível da reflexão filosófico-religiosa e da representação artístico-literária, desde o período que antecedeu a formação da nacionalidade até à contemporaneidade». Os intervenientes vão procurar apresentar alguns dos temas e autores «mais significativos» do pensamento, da espiritualidade e do imaginário português durante a Idade Média no âmbito do juízo final, da salvação, da redenção, do inferno e do paraíso.

Centro de Cultura Católica organiza ciclo sobre novos doutores da Igreja | VÍDEO |
O Centro de Cultura Católica inicia na próxima terça-feira, 7 de maio, um ciclo de quatro conferências sobre os mais recentes doutores da Igreja, Santa Hildegarda de Bingen (1098-1179) e S. João de Ávila (c. 1499-1569). Hildegarda, nascida na atual Alemanha, foi uma «mestra autêntica de teologia e estudiosa profunda das ciências naturais e da música», enquanto João, padre durante os anos do renascimento espanhol, «participou na labuta da renovação cultural e religiosa da Igreja e da estrutura social no alvorecer da modernidade», recordou Bento XVI.

Diário de bordo de um peregrino
Libertos das preocupações ordinárias, podemos mais facilmente medir-nos tanto com o lado sombrio quanto com o lado luminoso da vida e aceitar-nos, respeitar-nos e amar-nos como realmente somos. Milagres ocorrem sem dúvida, muito mais frequentemente do que ousamos suspeitar, mas muitas vezes o maior número de milagres não são as curas físicas, mas a cura interior da pessoa inteira que, mediante o processo da peregrinação, descobre uma vida nova.

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