É novo » 16.3.2013

Jesus, o pecado e o perdão: meditação sobre o Evangelho do 5.º Domingo da Quaresma
«Na história da mulher apanhada em adultério, Jesus foi confrontado com uma pecadora cujo castigo estava claramente definido na Lei. A pergunta que o fariseu fez, relativa ao que se deveria fazer com ela, tinha uma resposta muito fácil. Jesus, se fosse religioso, devia tê-la condenado. Mas Jesus, o justo, não o fez. Certamente que este Evangelho vai muito além do que dizer-nos que nós também pecámos, coisa que sabemos muito bem, nas profundezas dos nossos próprios corações escurecidos. Talvez nos diga que, na verdade, se o mundo se está a deteriorar, a culpa, afinal de contas, pode não ser dos outros. Provavelmente, o que se está a desintegrar agora é a quantidade de amor e de atenção que são precisas para que o mundo seja de novo lançado numa existência santa, saudável, feliz, que nenhuma forma de poder ou de medo o podem levar a alcançar.»

Papa Francisco: «Irmãos, força! Não cedamos ao pessimismo e ao desencorajamento»
«Não cedamos ao pessimismo e ao desencorajamento: tenhamos a firme certeza que o Espírito Santo dá à Igreja, com o seu sopro poderoso, a coragem de perseverar e também de procurar novos métodos de evangelização para levar o Evangelho até aos confins da terra.» «Caros irmãos, força! Metade de nós tem a idade avançada: a velhice é – com gosto o digo assim – a sede da sabedoria da vida.» O papa Francisco recebeu esta sexta-feira os cardeais que por estes dias se encontram no Vaticano. Apresentamos alguns excertos da sua intervenção, pontuada pelo entusiasmo, pelo estímulo e pela necessidade de transmitir a sabedoria aos jovens, na firme convicção de que o Evangelho continua tão atual e necessário como o foi no início do cristianismo.

Quaresma, sábado da semana IV: cinema | VÍDEOS |
“Quo Vadis”, realizado em 1951 por Mervyn LeRoy: um general romano apaixona-se por uma cristã. Ao mesmo tempo que descobre a nova religião, começa a questionar a liderança tirânica de Nero, um dos imperadores que ordenou perseguições aos seguidores do cristianismo.

Papa Francisco: simplicidade nos gestos, radicalidade na fé
No caminho de regresso, pediu ao motorista para fazer um desvio e quis parar na Casa do Clero, perto da Piazza Navona, onde esteve hospedado nas semanas antes do conclave. Saudou quem lá trabalha, trouxe o que lá deixara e pagou a conta, contou aos jornalistas o padre Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano. À tarde, o santo padre celebrou missa na Capela Sistina, acto que encerra o conclave, entre os cardeais. «Sem cruz não somos discípulos do senhor, somos mundanos, bispos, padres, cardeais, mas não somos discípulos do senhor», disse aos que o elegeram, antes de lhes pedir uma Igreja a pregar os valores de Cristo e em movimento.

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