É novo » 25.2.2013

Cardeal-patriarca assina prefácio do livro sobre 75 anos da igreja de Nossa Senhora de Fátima, em Lisboa
O cardeal-patriarca, D. José Policarpo, assina o prefácio do livro sobre os 75 anos da igreja de Nossa Senhora do Rosário de Fátima (1938-2013), em Lisboa. O lançamento decorre a 11 de abril, às 18h00, na primeira sessão de um ciclo de conferências no espaço da paróquia: “A Igreja de Fátima e o contexto litúrgico” (cónego António Rego) e “Edificação no contexto do tempo e do espaço. Da cidade à arquitetura” (arquiteto José Manuel Fernandes). A igreja de Nossa Senhora de Fátima começou a ser edificada em agosto de 1934, conforme projeto de Pardal Monteiro, ajudado por Rodrigues Lima, João Faria da Costa, António Martins e Fernando Batalha. O programa construtivo e iconográfico contou com a colaboração do monge beneditino belga D. Martin, da abadia de Lovaina, e de monsenhor Pereira dos Reis, sacerdotes envolvidos no movimento de Renovação Litúrgica. Os vitrais e mosaicos, incluindo do batistério, foram concebidos por Almada Negreiros, e Leopoldo de Almeida executou a imagem de Nossa Senhora de Fátima.

Quaresma, segunda-feira da semana II: música | VÍDEOS |
O compositor João Madureira sugere a audição de “In Croce”, de Sofia Gubaidulina.

Porque é que o inútil é importante?
A inutilidade parece à primeira vista um valor negativo ou um contravalor. Quando é que a inutilidade é boa e libertadora? Por outro lado, a nossa cultura, que idolatra a produção e o consumo, assumiu o útil como um dos critérios máximos para avaliar as nossas vidas. Se é útil, é bom. Quando nos sabemos úteis, sentimo-nos compensados. A vida tornou-se uma espécie de grande maratona da utilidade.

«O Senhor chama-me a subir ao monte, para me dedicar ainda mais à oração», diz Bento XVI | IMAGENS |
«O Senhor chama-me a subir ao monte, para me dedicar ainda mais à oração», afirmou este domingo Bento XVI na Praça de São Pedro, no Vaticano, perante milhares de pessoas reunidas para a última oração do Angelus presidida pelo papa alemão. A decisão de Bento XVI, que às 19h00 de Lisboa desta quinta-feira renuncia ao pontificado, «não significa o abandono da Igreja», sublinhou. «Se Deus me pede isso é apenas para que eu possa continuar a servir com a mesma dedicação e o mesmo amor com que eu tentei fazer até agora, mas de modo mais adequado para a minha idade e para mim», acrescentou. Quando Bento XVI apareceu à janela do seu apartamento fez-se ouvir um longo aplauso, seguido pela repetição do seu nome. O papa foi interrompido várias vezes pelos aplausos dos fiéis, muitos com bandeiras e faixas.

Jornalista da Renascença especialista em cultura distinguida no encontro literário “Correntes d’Escritas”
A jornalista Maria João Costa, autora do programa cultural “Ensaio Geral”, da Renascença, foi distinguida com o Prémio Especial de Jornalista ou Crítico Literário, dos Prémios de Edição Ler/Booktailors. Em declarações ao Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura proferidas em setembro, Maria João Costa sublinhou que «a cultura é um veículo privilegiado para a Igreja se relacionar com o mundo, levando a mensagem aos outros e trazendo os outros para dentro da Igreja».

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