É novo » 20.2.2013

Quaresma, quarta-feira da semana I: Bíblia | VÍDEO |
A biblista Luísa Almendra fala sobre a beleza da fé a partir da narrativa da Transfiguração, que pressupõe a cruz, o sofrimento. O amor que salva é a capacidade de assumir a coerência até ao fim. A existência cristã implica a integridade de vida, que é também uma autêntica transfiguração. A Igreja atravessa os séculos como uma comunidade de testemunhas transfiguradas.

Livros para acompanhar a Quaresma e o Tríduo Pascal
A alegria da conversão, A caminho da terra da liberdade – Uma releitura dos dez mandamentos, A Cruz de Jesus Cristo – O sinal de triunfo, A história da Páscoa, A loucura de Deus, A nossa Páscoa, A oração: dom e tarefa, A Paixão de Jesus Cristo, A Páscoa de Jesus, A Via-Sacra, As quatro noites da salvação, As sete últimas palavras, Caminho de Libertação, Cinco pães e dois peixes, Contos de Páscoa, Cristo nossa Páscoa, Da incerteza à esperança, Inferno ou Paraíso. O que podemos esperar?, Jesus de Nazaré, Jesus de Nazaré – Da entrada em Jerusalém até à Ressurreição, O Calvário pelo olhar de Maria, O caminho da esperança, O caminho do Amor – Via Sacra, O Caminho Pascal, O caminho quaresmal, O esvaziamento de Cristo, O homem eterno, O jejum, O mistério da Cruz, O Pai-Nosso, O regresso do filho pródigo, O sofrimento no pensamento bíblico, Ortodoxia, Páscoa: uma passagem para aquilo que não passa, Porque jejuamos?, Quaresma e Páscoa, Salmos. Oração do Povo de Deus, São Tomás de Aquino, Subir a montanha, Tratado breve da oração, Tratado da oração, do jejum e da esmola, Tremendas trivialidades, várias vias-sacras. Mais de 50 sugestões de leitura para acompanhar a Quaresma e o Tríduo Pascal.

Pontifício Conselho da Cultura avalia riscos e oportunidades na relação da Igreja Católica com os jovens
A sedução de fórmulas de espiritualidade oriental ou a oferta de uma autorrealização gnóstica manifestam a procura de uma linguagem simples e denunciam a ausência de oferta por parte da Igreja que correspondam às aspirações espirituais dos jovens. A comunidade cristã deve ajudar a reconhecer as perguntas fundamentais. A fé é um modo de gerir a complexidade e abre o sistema operativo interior à transcendência. Os ritualismos vazios e os compromissos sem audácia por parte da Igreja não ajudam a que se convirja para a questão fundamental do sentido da vida. É urgente dar voz aos jovens na Igreja e na sociedade, de fazê-los sair da marginalidade religiosa, política e social, oferecendo-lhes o confronto como passado e acompanhando-os na construção de um futuro novo, consciente da realidade e carregado de utopia, na economia e na política, e numa nova vida comunitária na Igreja.

“Alma”, de Gil Vicente, no Teatro Nacional D. Maria II | IMAGENS |
“Alma”, adaptação do “Auto da Alma” de Gil Vicente, dramaturgo português quinhentista, sobe ao palco da Sala Garrett do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, entre quinta-feira e 3 de março. Nuno Carinhas, considera que «trazer à luz textos de natureza teológica e filosófica, sagas sobre a natureza humana escritas com a elevação poética de Vicente, é um prazer de descoberta e construção». O encenador sublinha que o espetáculo estreado em março de 2012 no Teatro Nacional de São João, no Porto, «tem outras viagens literárias pela voz de Guerra Junqueiro, Vitorino Nemésio e Teixeira de Pascoes». Para Nuno Carinhas «uma peça escrita há 500 anos pode ser mais pertinente que outra escrita hoje». E acrescenta: «Vicente não passa de moda, como qualquer dramaturgo universal, ainda hoje nos interpela com argúcia. Nas peças dele estão raízes de uma portugalidade reconhecível que importa partilhar».

— Agenda para hoje —

Paróquia de Oeiras organiza debate sobre fé e arte com Emília Nadal e Gonçalo Byrne
O setor da Pastoral da Cultura da paróquia de Oeiras, no patriarcado de Lisboa, organiza a 20 de fevereiro um debate com a pintora Emília Nadal e o arquiteto Gonçalo Byrne, no âmbito de um ciclo de tertúlias sobre o Ano da Fé. Emília Nadal, de ascendência catalã, nasceu em Lisboa em 1938, concluiu a licenciatura em Pintura pela Escola Superior de Belas Artes, na mesma cidade, em 1960. Nascido em Alcobaça no ano de 1941, Gonçalo Byrne diplomou-se em Arquitectura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, em 1968. Entre as suas obras mais conhecidas incluem-se o complexo Estoril-Sol, em Cascais, o projeto no Mosteiro de Alcobaça e área envolvente, as reconversões em pousada do antigo Hospital de S. Teotónio, em Viseu, e do Palácio de Estói, no Algarve, a torre de controlo de tráfego marítimo em Algés (Oeiras) e a marina de Lagos.

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