É novo » 16.2.2013

«Com Bento XVI reaprendi a ouvir e a reconhecer a voz da Igreja entre os pensadores e os artistas»
«Com Bento XVI reaprendi a ouvir e a reconhecer a voz da Igreja entre os pensadores contemporâneos e entre os artistas», diz o presidente do Centro Regional do Porto da Universidade Católica, Joaquim Azevedo. O também diretor do Secretariado da Pastoral da Cultura da diocese do Porto sublinha que a voz da Igreja tem de fazer ouvir-se na «cultura hegemónica, que tem de ir muito para além do aniquilamento do ser humano, da sua dignidade e da beleza; na paz e na justiça, que tem de constituir a nova prioridade na globalização; e no diálogo intercultural e inter-religioso». «Como eu entendo o sublime gesto de humildade e beleza de Bento XVI, ao comunicar-nos que a Igreja precisa de uma voz enérgica e vigorosa, que ele já não tem», refere.

Quaresma, Sábado depois das CInzas: cinema | VÍDEOS |
Margarida Ataíde, do Grupo de Cinema do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, apresenta a primeira proposta cinematográfica para a Quaresma. “O Príncipe do Egito”, animação produzida nos EUA em 1998 disponível em DVD, centra-se na vida de Moisés de acordo com a narrativa do livro bíblico do Êxodo.

Presidente do Pontifício Conselho da Cultura comenta “Os Justos”, de Camus
O presidente do Pontifício Conselho da Cultura, o cardeal italiano Gianfranco Ravasi, comenta esta sexta-feira a peça “Os Justos”, de Albert Camus (1913-1960), escritor francês que em 1957 obteve o Prémio Nobel da Literatura. A dramatização, baseada na história verdadeira de um grupo de revolucionários socialistas russos que em 1905 mataram o tio do czar, o grão duque Sergei Alexandrovich, explora os dilemas morais relacionados com o homicídio e o terrorismo.

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