É novo » 23.1.2013

Três espaços religiosos portugueses – dois da Igreja Católica – concorrem ao prémio ArchDaily 2012 | IMAGENS |
Três espaços religiosos portugueses, entre os quais a igreja de Chãs, Leiria, e a capela do Centro de Reflexão e Encontro Universitário (CREU), no Porto, estão entre os 48 projetos que concorrem na categoria de Arquitetura Religiosa à edição dos prémios ArchDaily, promovidos pelo site homónimo que reivindica o estatuto de mais visitado em todo o mundo. A nomeação, limitada a um voto por dia e projeto, termina a 29 de janeiro, selecionando-se seguidamente os cinco edifícios mais votados, que passarão à ronda final de votação, com final marcado para 13 de fevereiro. Os vencedores são anunciados no dia seguinte.Conheça todos os candidatos à distinção que na edição de 2011 foi entregue à Capela Árvore da Vida, em Braga.

Criação comum: meditação do Irmão Roger, fundador da comunidade ecuménica de Taizé
Quer sejam católicas ou protestantes, as gerações ascendentes exigem mais do que reformas: um renascimento da comunidade cristã. Mas, muitas vezes, metem o carro à frente dos bois esquecendo que não há reforma de uma comunidade sem reforma do indivíduo. É preciso que o ser preceda o agir. Obcecados por uma vontade de reforma, arriscamo-nos a esquecer que a atualização começa nas profundezas de nós mesmos. Não há vida comum sem que a única referência de todos seja a de construir em conjunto. O sinal de comunhão que irradiará então entre os homens é mais importante do que a mais nobre obra individual, concebida à margem da comunidade.

Escutar o Absoluto no Ano da Fé: Bach (5) | VÍDEO |
Neste vídeo começamos por ouvir um excerto da ária final das “Variações Goldberg”. «Durante 30 variações, a tensão sobe, Bach convoca todas as emoções humanas, e de repente nada mais resta do que uma música serena, apaziguadora». «Na doçura, a ária mergulha num nada que não é expressão de uma ausência nem de um desaparecimento, mas sim da felicidade e da luz. Quanto mais a música decresce, mais se eleva.» Prosseguimos com a dupla audição de uma das centenas de cantatas composta por Bach, apresentadas quando trabalhava na Igreja Luterana de Leipzig, na Alemanha. Durante cinco anos compôs semanalmente uma cantata para a liturgia do domingo seguinte: criava-a à segunda e terça-feira; era copiada à quarta e quinta-feira; à sexta e sábado ensaiava-a com o coro; ao domingo executava-a.

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