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É novo » 19.1.2012

Em Títulos no site da Pastoral da Cultura em 18/01/2012 às 21:51

Atravessar a crise: notas para uma prática crente
Neste tempo de fratura e de incerteza, mais do que preocupados com o reconhecimento público e o número de fiéis que enchem ou esvaziam as igrejas, conviria começar por perguntar onde poderemos reencontrar um Deus que parece ter passado para o baú das memórias vagas e, finalmente, irrelevantes. Onde é que hoje habita o Deus cristão? Quais poderão ser os sinais da sua passagem, nos dias de hoje, talvez, mais discreta? Sabíamos que vivia no centro, que dirigia as consciências e os grupos, que garantia claramente uma estrutura de representantes e de ritos, que premiava bons e castigava maus. Mas, hoje, quando os centros, as consciências, as estruturas, os céus e os infernos se fragmentam e dissipam, onde habitará? Que lugar Lhe restará?

Vaticano II: presença portuguesa no concílio que marcou o fim de uma época e a aurora de um tempo novo
Em Roma os bispos portuguese, sem uma assessoria teológica, ressentem-se do isolamento nacional e das repercussões inevitáveis, no domínio cultural e eclesial, que os tinha afastado das correntes mais sensíveis à problemática da modernidade. Efetivamente, o ambiente teológico português, devedor do saber das academias romanas, baseava-se numa teologia repetitiva de textos, com pouca investigação, e ainda muito ligada a uma atitude defensiva de Igreja que tinha caracterizado o pensamento teológico do século XIX.

Steve McCurry, o fotógrafo da fragilidade humana | IMAGENS |
O jornal do Vaticano, L’Osservatore Romano, elogia a obra do fotógrafo Steve McCurry, a propósito de uma exposição que decorre em Roma. O fotógrafo norte-americano «premiado várias vezes com o World Press Photo, que se pode considerar como uma espécie de Nobel da fotografia, escolheu narrar o ser humano. E fá-lo trabalhando a sua fraqueza e não a sua força, mostrando-nos uma humanidade consciente desta sua fragilidade, que se torna um marco de dignidade». As pessoas que retrata «pertencem àquela parte do mundo que não participa no banquete dos grandes, que vivem do suor do duro trabalho de todos os dias, que têm de contar com a insensibilidade daqueles que detêm riqueza e poder e com a imprevisibilidade da natureza.»

Rua do Século, 79
«Os gradeamentos das janelas/ negam a quem as contempla da rua/ qualquer sugestão de vida/ a ser vivida por trás das grades.»

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