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É novo » 12.1.2012

Em Títulos no site da Pastoral da Cultura em 11/01/2012 às 20:24

O elogio das crises de fé (5/5) | VÍDEO |
«Não há teologia de fé que não seja teologia de crise. A fé é para nos colocar em crise, isto é, em estado de abertura, renascimento e reconfiguração. «Aprender a não temer e a sentir a crise como o momento do chamamento, da vocação, do seguimento e da descoberta mais funda.» «Também para nós a crise, “esse misterioso país das lágrimas”, não é um impedimento. Não só as crises de fé que nos impedem de acreditar. É nosso o conformismo, o acharmos que está tudo feito e resolvido.»

Teatro: “Morte de Judas” regressa à Cornucópia | IMAGENS + VÍDEO |
Claudel inventa um homem para Judas, um homem importantíssimo na economia da Paixão. Aquele que corajosamente a desencadeou, escandalizado por razões próprias do Homem, utilização indevida da riqueza. E rendemo-nos à evidência humana do que diz. Claudel chegou a dizer que Judas é o materialismo, dentro da obra de Deus, evidentemente. Mas não é do materialismo oposto ao cristianismo que este texto fala. Dir-se-ia que este Judas não faz parte do mito, fala como um homem que vive sem transcendência, com o senso comum ou o materialismo do nosso tempo. É num ponto de vista totalmente humano, no mais inegável bom-senso e no mais lúcido realismo que se coloca o chamado “traidor”.

Música: “Matinas de S. Vicente” dão as boas vindas a 2012 | VÍDEO |
O programa combina responsórios escritos, na época, para o cerimonial, por dois compositores que foram mestres de Capela da Patriarcal, António Teixeira e o napolitano Giuseppe de Porcaris, e outros compostos anteriormente por Carlos Seixas e por João Rodrigues Esteves, que no reinado de D. João V havia sido um bolseiro em Roma, bem como um “Te Deum” da autoria de Domenico Scarlatti. Cinco destes responsórios têm nestes concertos a sua primeira audição moderna, estando as suas partituras conservadas no arquivo da Sé Patriarcal de Lisboa e tendo sido transcritas pelo organista João Vaz, diretor artístico da Capella Patriarchal.

Ruas polidas
Sou solteiro, as ruas são livres, / Minhas mãos nuas / De anéis, / Os músculos festivos / E há missa sobre o mundo. / Carlos Drummond de Andrade, / Virgílio brasileiro, / Sobe comigo aos ciclos das palavras, / Desce comigo às pedras públicas / Da cidade, que / Passos humildes, anónimos, / Pacientemente / Poliram, ao ponto de nelas / Podermos por vezes, discretos, / Patinar / E ousar voos.

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